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Saudações, Internauta! Já tá rolando aquela viagem inesquecível através do Túnel do Tempo mais fantástico do Mundo: o das Músicas Chiques!! Nesse Túnel você passará por lugares que vão desde uma bela Disco Italiana até aquelas festinhas feitas na garagem da sua casa, onde todos dançavam ao som do que hoje seria apenas uma saudade, apagada pelos arranhões e pela poeira que se acumulou em seus mais raros discos de Vinyl. A cada Matéria, um Mundo de sonhos e saudades vai tomar conta do ambiente. Não tenha vergonha nem medo! Pesquise, levante-se, afaste os móveis e dance com a mesma saudade e vontade que eu um dia dancei e chorei, ao perceber que já não se faziam mais mágicas como antigamente. Hoje só nos resta lamentar a fase em que atravessa o Mundo da Música. Atualmente, fazer música é igual a ganhar dinheiro com composições comerciais, e isso fala muito mais alto que o Bom Gosto. Ainda assim algumas raríssimas exceções se salvam, primando pela alta qualidade de seus trabalhos. Mas esteja certo de que eu e você, que somos a minoria, vamos morrer vítimas fiéis do Bom Gosto!!! Solte os cintos e Boa viagem!!!
Robert Andare (DJ / Locutor / Ator)
"Nota Good Times"
Retiramos todos os aquivos de som, fotos, letras e demais extensões do Blog, porque infelizmente o lixo do serviço que o Blogger oferece, nos obrigou simplesmente apagando os mesmos. Gostaríamos de comunicar aos Internautas, que, graças ao seu carinho, estaremos deixando em breve de fazer parte desse servidor podre que é o Blogger. E mesmo assim eles ainda reconhecem a seriedade do nosso trabalho, nos concedendo pela segunda vez, em menos de 2 anos, o Blogs Of Note. Aguardem!! Vem aí um novo Good Times Are Back Again.
/ / / Matérias Good Times \ \ \
Corona
Essa merece destaque !! Mais do que ninguém, é "da casa". A brasileira Olga de Souza nasceu em 1968 no Rio de Janeiro, mas foi viajando para a Itália que ela conheceria Francesco Bontempi, produtor consagrado por trabalhar com Lee Marrow e Capella. Dessa amizade sairia um contrato com a gravadora Dance World Atack, que abrigava cantores como Double You, Alexia e Ice Mc. Seu pseudônimo passou a ser então Corona. O primeiro título produzido por eles foi "The Rhythm of the Night", que chegou ao Brasil em Janeiro de 1994, e com o sucesso estrondoso dessa faixa, Corona ganhou vários prêmios principalmente na Itália, sua nova casa. Já em 1995 ela lançou mais um Hit, uma regravação de Joy & Joyce, chamado Baby Baby que lhe rendeu mais uns bons meses de fama no cenário da Dance Music. Outras balas ainda estavam por vir, foi o caso de Try Me Out, Get Up And Boogie, Don't Go Breaking My Heart e Don't Wanna Be A Star que, somadas aos primeiros trabalhos, resultaram em seu primeiro álbum (que não poderia ter outro nome): "The Rhythm of the Night"! Aqui no Brasil seus trabalhos eram distribuídos pela Spotlight Records, divulgadora de grande nome nessa época, tendo em seu ról artistas como Mr.Jam, Kelly Rich e Jhonny Z. Em 96 ela lançou ainda Do You Want Me?, mais uma regravação de sua "parceira" de trabalho Lee Marrow. Vale lembrar que Corona regravou também a famosa I Want Your Love de Lee Marrow, que foi lançada ainda no primeiro CD. Em 97 veio The Power of Love, que dominou as pistas e principais rádios nacionais; e em 98 a inigualável Walking on Music. Corona, cada vez mais trabalhando, veio a lançar um segundo CD em 2000: "And Me You" já veio mais voltado para o Trance de São Paulo e também para o Charm característico e chique do Rio de Janeiro. Mas ainda encontramos nele boas Euros como I Only Came To Dance. Agora uma informação importante! Esse lançamento da Corona levantou de vez uma suspeita que já circulava há alguns anos: a de que não era ela, realmente, a voz de grandes sucessos como os do grupo "Playahitty" ou ainda do projeto "Jhava". Bom, com certeza você já dançou coisas do tipo The Summer is Magic (Outubro de 94), One Two Three (Abril de 95), Don't Tell Me Lies e Show Me The Way, não? Pois então, há uma enorme divergência sobre quem estaria por trás dos microfones, nos estúdios de gravação desses sucessos! Corona ou Jenny B.??? O que sabemos é que, comparando as vozes desse CD novo da Corona, com as músicas citadas acima, fica bem claro que elas não são as mesmas! Há quem aposte que Jenny, nascida na Itália, cantava pra Corona levar a fama nos palcos! É, trabalho em equipe, risos... Ficamos na dúvida!!
Pessoas Já Comentaram !! Só Falta Você !!
Culture Beat
E continuando com a "Saga das Bandas Alemãs", você já parou pra pensar quantas vezes dançou ao som de Mr.Vain, Anything ou ainda Got to Get it?? Pois é, todas essas músicas e muitas outras que nós apostamos que você nem saiba os nomes, mas que já curtiu muito, são pertences raros de mais uma sensacional banda Alemã, o "Culture Beat". Bom, pra começar a contar a trajetória dessa galera, partimos dos mentores desse projeto: são eles Torsten e Frank Fenslau, e Peter Gräber. Essa parceria a três vem de muito longe, desde 1989 quando foi lançado o primeiro Single do grupo, chamado Erdbeermund, causando um considerável "boom" no mercado local e no Reino Unido. Digamos que foi um cartão de visitas agradável, bem aceito. A boa estréia motivou os produtores a escreverem Cherry Lips (1990), gravada aos vocais de Jo Van Nelsem, uma ótima cantora que fazia apresentações pela noite Alemã. E assim, o Culture Beat começava a caminhar aos poucos na trilha do Flash House. Foram se firmando cada vez mais a partir de 1991, ano em que definitivamente deram um passo importantíssimo na busca do sucesso, com os belos Hits I Like You (de Janeiro) e Tell Me That You Wait (de Março). Era o que faltava pra que eles apostassem em um disco que iria surpreender o público, pela alta qualidade das composições. Chegava às lojas então no mês de Março (comemorando a ótima fase do Single "Tell Me That You Wait"), o álbum Horizon composto pela faixa-título, pelos trabalhos já lançados, e por novidades como a fantástica No Deeper Meaning, que foi estourar somente em Setembro. Falando um pouquinho dos Hits lançados, todos eles tinham algo em comum: as notas marcantes do piano. Em "I Like You" ficou evidente que a moda dos anos 70 ainda estava bem forte, com os samples "WOW!! YEAH!!" de "Sugar, Honey Honey", que embalavam as festinhas antigas. Anexados à uma batida perfeita, eles conseguiram tornar a música uma referência do Flash House mundial. A voz doce e sensual de Lana-E e o Rap bem definido de Jay Supreme foram essenciais para o ótimo efeito que o som causou nas pistas e rádios. Falar de "Tell Me That You Wait" é o mesmo que flutuar nas nuvens; os adjetivos são tantos que passaríamos o dia inteiro aqui falando sobre isso, mas vamos tentar resumir o máximo possível: PERFEITA!! Sim, a música é PERFEITA!! Isso sim era o Charm, a Black Music, o Hip Hop dos anos 90, o mais puro, mais chique, mais decente, mais limpo; não essas drogas atuais como Eminem (branco que quer ser negro) e 50 Cent (um grupo de pessoas que acha que canta, mas só briga e arruma confusão com todo mundo, que nem o Eminem). Ouvindo esse som de mais de 7 minutos de duração, você simplesmente viaja e tem a nítida impressão de que está ouvindo um Hino Nacional, tamanha perfeição das métricas do Single. Pianos, beats graves, médios que não cansam o ouvido, samples feitos na raça, ao vivo, numa batida de arrepiar. É, você vai ter que ouvir pra entender o que estamos dizendo. Passando para "No Deeper Meaning", temos aí mais um House que marcou época também. Mais pianos, mais vocais animais e o famoso 'extented break', a alegria dos DJ's!! Nessa época, o Culture Beat brigava diretamente com grupos como Snap!, Motiv8 e Sharada House Gang (que gravava algumas de suas músicas com o vocalista do Snap! Mr.Turbo B). Era uma verdadeira batalha pela House Music, quem fazia a melhor batida, os melhores vocais, o melhor 'extented', era mesmo de tirar o chapéu. A partir do primeiro disco, o sucesso não parou mais de bater à porta do grupo. Parecia o Destino, tudo que eles tocavam virava Ouro! Vamos acompanhar... 1992 foi tirado da agenda apenas para escrever, pensar em coisas novas e tentar acompanhar a mudança das tendências e dos ritmos. Durante um ano e meio quase, eles se reuniram para produzir muito, aproveitando ainda os resquícios de fama pelo seu LP de estréia. Então em Maio de 1993, já influenciados pela mágica Eurodance, eles surpreenderam o público novamente e arrebentaram as pistas com o mais novo Single chamado Mr.Vain. Muito mais dançante, com os pianos característicos, graves sampleados e efeitos de deixar o queixo caído, a música foi uma das mais tocadas e conhecidas na Alemanha no ano. Essa febre se espalhou por todo o Mundo, que instantaneamente acolheu o novo Hit com louvor! Começava aí uma nova fase na carreira do Culture Beat, a famosa ''carta na manga'' do grupo: a estréia da vocalista "Tanya Evans". Detalhe, tudo isso e mais a bomba!! O segundo CD já estava nas lojas!! De nome Serenity, foi coroado logo de cara com o maior prêmio da Indústria da Música Alemã: "Álbum de Maior Sucesso no País em 93", rendendo outro belo Award de "Melhor Produtor do Ano" para o progenitor Torsten Fenslau. A música "Mr.Vain" colocou o Culture Beat em primeiro lugar em mais de 20 países ao redor do Mundo, através de comerciais de TVs e rádios; além de um segundo lugar em Israel e no Top 20 da Billboard Americana. Quase 5 milhões de Singles foram vendidos e cerca de 1 milhão e meio de álbuns foram pras casas dos fanáticos. Que cartada hein? Investigando um pouco mais sobre o disco "Serenity", ficamos conhecendo então outras ótimas composições que seriam lançadas aos poucos, para que a fama de "Mr.Vain" fosse conservada o maior tempo possível. Os Singles seguintes foram: Got to Get it (Setembro), figurando em quinto lugar na média dos Charts Mundiais, e a porrada Anything, que fechou o ano em Dezembro melhor colocada (terceiro lugar em Israel). Esse super time ainda realizou grandes produções remixadas nesse ano: "Kim Sanders - Show Me", "Shift - Remember The Time" e "The Shamen - Comin' On". Mas como nem tudo são flores, uma tragédia pegou de surpresa o grupo ainda no final do ano: a morte de um de seus criadores, o aclamado Torsten Fenslau. Todos os integrantes perderam o rumo, ofuscados pelo inesperado. Contudo o sucesso continuava e eles não podiam desanimar; foi nessa hora que a palavra forte e decidida do irmão Frank veio à tona. Ele decidiu seguir os passos do irmão e a cuidar de todos os negócios e produções do Culture Beat. Aos poucos eles foram se recuperando do ocorrido e os ânimos começaram a se renovar; o ano de 94 chegou, e com ele um ótimo segundo lugar nas paradas Mundiais com a belíssima World in Your Hands no mês de Março. Depois disso, somente em Setembro eles voltaram a lançar mais uma composição: Adelante, juntamente de um disco bombadíssimo, fazendo um 'review' de todos os Singles já editados, com um detalhe, em versões especiais e remixadas! O ano de 1995 foi o de maior ápice da Eurodance, afinal todos os grupos estavam em evidência: Alexia, Double You, Roxxy, Future Beat, Ice Mc, Fourteen 14, entre outros. Mas, 95 passou meio que 'em branco' para o Culture Beat. Somente em Novembro é que eles foram lançar mais um Single: Inside Out, em compensação mandaram muito bem na divulgação. Mais uma vez os sons inconfundíveis do grupo, uma levada nova mais Trance, as batidas com uma atmosfera sempre alegre, contrastavam com os vocais sensuais e tristes da mega Evans, pontos fundamentais na corrida pelo sucesso. Realmente "Inside Out" é uma música que mexe com os nossos sentimentos e nos faz pensar, e muito, na vida; saía então o terceiro álbum inédito do Culture Beat, com o nome da faixa-título. Feito por uma verdadeira equipe, o projeto envolveu cinco times de produção (Peter Gräber, Frank Bülow, Perky Park, Cyborg, Doug Laurent e R.U.T), fazendo com que cada faixa tivesse uma levada diferente, uma característica toda especial e única, deixando o disco com a mais variada seleção. Era uma "mistura de emoções e sentimentos" diz Tanya Evans, que completa: "não pensávamos como uma banda, um grupo, mas sim éramos todos um só". A maioria dos Singles lançados nesse CD fizeram sucesso, inclusive "Inside Out"; vamos comentar alguns, começando por Fevereiro/96 em Crying In the Rain (que seguiu a linha Euro sem grandes novidades, mas batendo em quarto lugar nas paradas). Outro que bateu na mesma posição foi Take Me Away em Junho. Destaque maior para a fantástica Get it Right, que veio na mesma métrica de "Anything", batidas firmes, rápidas e uma letra muito bem escrita, sem contar o arraso que Evans e Jay fizeram. Também faziam parte do CD os Singles Troubles, Miracle, Nothing Can Come e uma belíssima e rara versão acústica de "Inside Out", talvez a única já gravada até hoje no estilo. Bom, a partir daí Tanya e Jay se desligaram do grupo para seguirem carreira solo, com ela lançando a famosíssima Prisioner of Love ainda em 96. Já em 97 o grupo trabalhou apenas duas músicas: Under Pressure (Março) e Walk The Same Line, faixa de "Inside Out" (em Setembro). E a vaga aberta acabou mesmo sendo preenchida pela ótima Kim Sanders (de "Tell Me That You Want Me" e "Show Me"), que já vinha namorando o grupo desde 93. Ela estreiou com Pay No Mind em Fevereiro de 98, lançado na Holanda e Alemanha simultaneamente. Três meses depois saiu o quarto álbum de inéditas chamado "Metamorphosis", já sob os vocais do Rapper N'XT, que deu uma força em algumas das faixas. A segunda música de trabalho veio junto: Rendez-Vous tinha uma batida bem parecida com a anterior, chegando a tocar um pouco nas rádios mais chiques, mas apesar da sutileza e da beleza dos vocais de Sanders, não rendeu ao Culture Beat o sucesso esperado, durando pouco tempo na mídia, assim como "Pay No Mind". Nova tentativa foi feita em Outubro com You Belong, e mesmo com o ótimo trabalho, novamente a audiência deixou a desejar. Entre outras faixas do disco estão: Faith In Your Heart, Blue Skies, Guardian Angel, Electrify Me e Pray For Redemption. Os 3 anos seguintes foram de recesso no grupo, sem lançamentos. Se pensar faz bem, o resultado foi mais do que o esperado. A idéia era dar uma "sumida" para que o público sentisse falta da boa música. E depois de algumas reformas eles voltaram com a música Insanity em Julho de 2001, e uma nova vocalista de nome ''Jackie Sangster''. Não deu outra, o Hit atingiu o topo das paradas em Israel e foi muito bem recebido pela crítica. Algumas músicas novas foram produzidas com essa formação, na esperança de um sexto disco estourar nas pistas, mas apesar disso as 15 faixas gravadas nunca chegaram mesmo a sair dos estúdios, pois eles optaram por não lançar o CD temendo uma rejeição. Apesar da originalidade e da qualidade serem sempre as marcas registradas do Culture Beat (o que fizeram com que ele seguisse por anos e anos na estrada da fama), o grupo decidiu voltar às origens e fazer um 'remake' do seu maior sucesso: Mr.Vain - The Recall '2003. Realmente eles acertaram de novo, o remix caiu como uma luva nas pistas e rádios Alemãs e Mundiais, servindo para dar uma força legal pra que no mesmo ano saísse uma bela coletânea com os principais Hits do Culture desde 1989. Agora em 2004 eles voltaram com força total num Single escrito por Kim Sanders, chamado Can't Go On, lançado apenas em Vinyl para aguçar os DJ's. E vale a pena lembrar que, se depender deles, o som nunca vai parar, a banda vai continuar firme e forte no mercado. Pelo menos foi o que disse a vocalista Jackie em entrevista à uma boate Alemã: "Nós continuamos trabalhando. O Culture Beat não pára por nada, afinal não temos motivos para parar. Enquanto as pessoas gostarem de nossas músicas, nós estaremos aqui". Especula-se que uma Turnê e um novo álbum devam rolar em breve, devido ao grande número de shows marcados e aparições na mídia. Mas eles já avisaram que podem mudar um pouco o estilo musical, gravando algo realmente novo e direcionado para um novo rumo. Só nos resta aguardar e desejar que essas mudanças sejam sempre para melhor, e que a boa e velha Eurodance continue nos planos dessa galera, afinal de contas lá se vão 15 anos de História ...e que História de muito respeito hein!!!
Mr.Jam
Mais uma banda "da casa"! É a galera do Mr.Jam chegando na área, eles que, pasme você, entraram no mercado da música cantando em Inglês! Também pudera; no segundo semestre de 1996 quando o álbum New Love Dimension foi lançado, a Dance Music aqui no Brasil ainda era bem aceita, e assim como Gottsha, Corona e Sect, o Mr.Jam (formado por Fábio, Laura, Rodrigo e Edu), conseguiu o feito de emplacar duas músicas de uma só vez no chart nacional. Primeiro veio The Shining Light que estourou nas rádios, e logo em seguida Celebration que descolou seu lugar ao sol nas pistas. Com uma produção de alto nível e toda carioca, os garotos logo caíram nas graças de uma das mais poderosas gravadoras do país na época, a Spotlight Records, que mandava e desmandava na cena Dance no Brasil. Kiss Me On The Mouth, The Way Love Goes, Kiss in the Night e Blond Thang (feita em homenagem à modelo Suzana Werner), completaram a lista de 6 das 10 músicas do cd, que foram tocadas nas rádios brasileiras. O hit Skyline Pigeon também ganhou uma nova cara, e integrava esse CD bombadasso! Mas, com a crescente onda de ritmos nacionais como o pagode e o axé em 1997 e 98, o Mr.Jam acabou comercializando lamentavelmente suas músicas, e deu um tempo das gravações em Inglês até Maio de 2003, quando voltaram a gravar, e claro agora muito mais influenciados pelo Trance. Antes disso eles lançaram o disco "Supersônico" (2001), onde receberam convidados como a galera do Biquini Cavadão, mandando bem numa super versão acústica de "Timidez".O Single mais recente de trabalho se chama Cruisin' e apesar dele não ser igual aos antigos, pelo menos nos faz mais alegres, afinal de contas eles jamais deveriam ter deixado o estilo Dance americano para entrar no mundo indecente da Axé Music. Nós fazemos votos de que eles criem juízo e continuem nessa trilha de agora, já que uma luz no fim do túnel parece ter sido encontrada. Mas ainda preferimos, e com muita unanimidade, as lembranças que o CD "New Love Dimension" nos deixou.
Redvelvet
Mais um projeto na área! É o Redvelvet, nascido em Abril de 1994 com o Hit Lady Don't Cry. A História dessa banda é bastante curiosa, pois envolve duas grandes vocalistas que também já participaram de vários outros projetos de sucesso. Começamos com Jenny Bee, ou Jenny Bersola, responsável pelo primeiro Single. Nascida em Julho de 1972 na Catânia, descendente de pais do Senegal e Sicília, ela começou sua carreira com apenas 15 anos. Uma das maiores polêmicas que envolveu seu nome, foi a de que Jenny seria a verdadeira "voz" dos Singles The Rhythm Of The Night, The Summer is Magic e One Two Three (Train With Me), ambos da cantora Brasileira 'Corona' (Olga de Souza), sendo o primeiro em carreira solo, e os demais pelo projeto 'Playahitty'. Mas Jenny também assinou várias participações em outros grandes grupos, como 'JK' (1993), 'Tofunk' ("Allright" - 2000) e S-Sense ("Gonna Get Your Love" - 2001). Entre 93 e 97, a cantora fez parte da "Italian Jazz Band Funky Company" como vocalista, produtora e escritora, onde lançou um super álbum de nome Tendency of Love que consagrou Singles como Give Me Time Again. A enorme quantidade de trabalhos lançados, e a alta qualidade de suas composições, lhe renderam o Prêmio "San Remo" no ano de 2000. O Hit "Lady Don't Cry" era maravilhoso, um Dance de deixar todos de queixo caído! Uma curiosidade: a música tinha a mesma métrica (seguia o mesmo estilo) de "The Rhythm Of The Night" de 'Corona'. Durante 3 anos, o 'Redvelvet' ficou sem gravar e divulgar nenhum trabalho (apesar de continuar sob o mesmo sêlo chamado 'NRT'), até que em Janeiro de 97 saiu a música Into The Night. Com uma batida mais rápida do que o anterior, o Single também foi um sucesso. Mas, vamos contar um pouco do que aconteceu antes dessa música ser lançada. Jenny já não fazia mais parte do projeto, e sim Annerly Gordon, nascida em Novembro de 1972 na Inglaterra. Com seu jeito "criança" de ser, ela adorava viajar, até que uma dessas viagens mudou completamente sua vida. Na Itália ela conheceria as pessoas certas na hora certa (os produtores do sêlo NRT). Eles deram à Gordon todo o incentivo do Mundo, e assim ela começou sua carreira cantando numa danceteria, e ali mesmo ela descobriria que seu talento poderia ir além do que todos imaginavam. Sua linda voz de "menina" definitivamente conquistou o Mundo, fazendo com que Annerly fosse convidada a participar de grandes projetos como 'Ally & Jo.', 'Alex' e 'DJ Space C'. Também foi backing vocal de 'Ann Lee' e trabalhou com os produtores Riva e Pignagnoli, responsáveis pelo sucesso de 'Whigfield', 'A Kay BJ', 'Wienna', e 'TH Express' (uma de suas maiores conquistas, onde gravou os vocais principais da arrasadora I'm On Your Side e fez backing em todas as outras faixas do disco). Que trajetória dessas duas hein? Você imaginava todos esses caminhos percorridos por Jenny Bee e Annerly Gordon, antes de conhecer o Redvelvet?? Pois é, elas são grandes responsáveis por uma fatia considerável da Eurodance ao redor do Mundo. Os beats de seus dois Singles lançados são incomparáveis, totalmente distintos, mas simplesmente excepcionais! Elas merecem todo nosso carinho, e claro, o destaque Good Times. Parabéns Jenny e Gordon, vocês são sensacionais!!
Tony Di Bart
Tony Di Bart nasceu na Itália em 1967, e antes de seguir a carreira artística foi bombeiro (acredite se quiser!). Em 1994 ele se uniu a dois grandes produtores da Eurodance: Mark Drayton e Adam Blisset, fazendo uma parceria que renderia ótimos frutos à Dance Music. Dessa junção saiu o primeiro Single de trabalho chamado The Real Thing em Março do mesmo ano, que se tornou instantaneamente um super Hit, batendo nas primeiras casas dos Tops Charts Mundiais: primeiro lugar na Inglaterra, quinto no geral da Europa, oitavo em Israel, e décimo nono nos Estados Unidos (o que significava uma ótima colocação para um Single Dance nessa lista). Esse som tinha batidas muito bem definidas, pianos, uma levada incrível e a sensualidade de um vocal feminino, mistura que não podia faltar numa Eurotrack. E assim o Hit seguiu firme até meados de Junho, quando outra canção começou a tomar forma: Do It ainda estava nos papéis, mas já mexia com a imaginação dos DJ's, que criaram um ambiente de expectativa quanto ao seu lançamento. Dia 19 de Julho a música chegou às lojas em formato Single (várias versões), e em CD's promocionais às rádios, que prontamente executaram em primeira-mão a novidade. Um dos Remixes (Piano Mix), trazia uma levada mais Pop para agradar os admiradores do 'Old Groove', com fortes influências do Funk e do Soul que abalou o final dos Anos 80. Com uma facilidade incrível, "Do It" simplesmente passeou pelas paradas, atingindo o sétimo lugar na Inglaterra, e quinto na Irlanda, figurando mais uma vez também no Top 20 de Israel na posição de número 19. Tony Dibartolomeo, ou Di Bart como era conhecido, ficou apenas trabalhando (divulgando) esses dois lançamentos o resto de 94 e meados de 95, mas jamais deixou de escrever e se reunir com seus produtores, procurando novas idéias para revolucionar o Mundo da Euromusic. Foi quando eles voltaram detonando em Why Did Ya no mês de Abril. Sem que Bart percebesse, começavam a surgir ali, as primeiras composições 'fixas' de seu primeiro álbum. Mas ainda era cedo para amadurecer essa idéia, apesar dos inúmeros pedidos de fãs, e também pela crítica ter publicado que essas músicas já seriam o suficiente para que um possível disco, se lançado, tivesse uma ótima vendagem e impulsionasse outros trabalhos de Tony. "Why Did Ya" não foi tão bem nas paradas, obtendo no máximo o posto de número 17 (em Israel). 1995 era um ano em que muitos projetos estavam se destacando, como Stephano Secchi (Talessa), Ally & Jo (Whigfield e Ann Lee), Fourteen 14 (Alexia e Due), entre outros. Então Mark e Adam resolveram entrar na onda e tentar um Single em parceria com mais alguém. O grupo escolhido foi nada mais, nada menos do que o inigualável "2 Brothers on The 4th Floor", que colaboraram cedendo desde os seus produtores até a voz sensacional de Des'ray. Todos a postos escrevendo a mais nova música de Tony, que sairia no finalzinho de 95, já beirando Janeiro de 96: ela era Turn Your Love Aroud. Sim, uma regravação! Mas não era uma simples regravação... Era um 'remake' do sucesso do mestre George Benson, cuja versão ficou chiquérrima! Sinceramente, esse era um som pra se tocar apenas em lugares de extremo bom gosto, e não em Night Clubs para o 'povão'. Um Balanço de arrepiar, jamais editado por qualquer grupo de Euro, mostrando a tamanha versatilidade desse Mega time de estrelas. Sem dar espaço pra divulgação do Hit, eles emplacaram quase que junto uma outra parceria, desta vez entre Bart e a cantora Italiana "Joe Tuff" em Show Me. Cá entre nós, sabe o que aconteceu? Quer mesmo saber?? Então lá vai: o estilo Ítalo-Dance conquistou o Mundo, batendo no Topo da lista em Israel, Itália e Espanha. Gostou? Pois era o que faltava pra que "Falling For You", seu primeiro CD chegasse às lojas, algumas semanas depois. O tão esperado álbum, com as consagradas e com novidades realmente deu conta do recado, como a crítica e os fãs diziam. Até o final de 96, mais de 50 mil cópias já haviam sido vendidas em torno do Mundo. Detalhe: havia um segundo CD de bônus. Quem comprasse o primeiro, levava na faixa o segundo, chamado "The Dance Remix Album", com versões remixadas dos seus grandes clássicos, e outras em formato 'Club Mix'. Ah, você quer saber quais foram os famosos Singles consagrados pelo lançamento do CD (aqueles que pegaram carona no sucesso do disco)?? Então anote aí: Love U More (Abril de 1997), um Dance maravilhoso, sempre no estilo fino de Bart, com pianos e batidas semelhantes ao Balanço de "The Real Thing". Também We Got The Love (Novembro de 97), um belíssimo Remix de The Real Thing (Setembro de 98), e finalmente I'll Take You There (Novembro de 2000). Durante esses 4 anos (96/2000), Di Bart lançou essas músicas 'encostado' no sucesso que seu álbum protagonizou. É difícil, muito difícil mesmo escolher um dos seus Hits para ser contemplado com o título de "Destaque Good Times", pois todos os seus trabalhos são marcantes e muito bem feitos. Essa nós deixamos pra você escolher ok? Comente em nossos links, dê sua sugestão, peça suas matérias e fique ligado! Novidades surgindo, nós passamos em tempo pra você!
Alexia
Alessia Aquilani, ou Alexia, nasceu na Itália em 1967 na cidade de La Spezia, e desde sua infância sempre gostou de cantar, tendo até uma pequena banda em sua juventude. Em 1985 Alexia ingressou na faculdade, e estudando mais sobre Ópera e Música, ela ficou cada vez mais popular em seu bairro e acabou montando uma outra banda chamada "Brother Machine"; era a porta de entrada para o sucesso! Em 1991, visitando um dos vários estúdios de gravações que conheceu, ela se tornou amiga de um produtor e empresário chamado Robyx, que a convidou para cantar ao lado do Rapper e Dancer Ice Mc. Convite aceito, era hora de trabalhar e colocar o sonho em prática! Eles percorreram vários países, lançaram Singles de arrepiar qualquer um, como Think About the Way e It's a Rainy Day. Tanta repercussão assim só poderia resultar em um convite para participar de um projeto chamado "Fourteen 14", que estava escrevendo a música Don't Leave Me. Faltava apenas uma vocalista com uma voz possante e ao mesmo tempo sensual, e Alexia estava lá, e aceitou de cara gravar com o grupo. O Single saiu em Novembro de 1994, fazendo explodir a parceria, que ainda teria mais um belo Hit produzido: Goodbye de 1995. Ironia do Destino ou não, após tanto sucesso assim, Alexia se viu obrigada a se separar do dueto com Ice Mc por atritos entre os seus empresários (Deus faz as coisas na hora certa mesmo). Ela permaneceu trabalhando ao lado de Robyx, que resolveu lançá-la em carreira solo. O resultado foi Me And You (de Julho de 1995), gravado com William (Double You). Reconhecimento imediato! Os anos se passaram, e com eles, mais músicas de arrebentar! Em 1996 ela lançou Summer is Crazy; em 1997 Number One invadiu as pistas com sua Eurobeat fascinante! E Uh La La La, que completou a trilogia perfeita para que o disco "Fan Club" fosse lançado (só aqui no Brasil ela ganhou 2 Discos de Ouro). Em 1997 veio a mágica Hold On (essa música é de fazer chorar de tão perfeita!!) e depois disso mais um álbum (o segundo) chamado "The Party", que consagrou Gimme Love, This Music I Like e Walking on Music. Alguns remixes de Singles antigos também foram lançados, além das novidades Ti Amo Ti Amo (de 2000) e Money Honey (de 2001). Em 2000 saiu "The Hits", sua primeira coletânea, que marcou o fim da parceria com Robyx. Alexia passou a cantar em Italiano, e lançou mais um CD em 2002. Mais Singles serão lançados ainda esse ano. Um é Ring, e o outro sai apenas para DJ's, estando disponível em versão 12", chamado If You Could Read My Mind. Essa é Alexia!
Double You
Double You, cujo nome verdadeiro é William, foi um dos grandes parceiros de Alexia, e é até hoje um famoso nome da Dance Music Mundial. Seu primeiro Single de trabalho foi Please Don´t Go em 1990. Com o sucesso dessa regravação, ele resolveu investir em mais uma outra boa música chamada Heart Of Glass, essa mais nova, lançada em 1994. Double You mandou ver ainda no mesmo ano o CD "The Blue Album", que trazia os hits Missing You e She's Beautiful, que foi sucesso no verão seguinte aqui no Brasil. Apesar de estar brilhando em sua carreira solo, ele optou por convidar algumas vocalistas para fazerem Backing Vocal em suas músicas, e foi assim que Sandy, a primeira a chegar, gravou Send Away The Rain e Because I'm Loving You, que também ganhou uma outra versão mais 80's. Depois veio Alexia, que retribuiu a gentileza de William (que participou do Single Me And You lançado no CD de Alexia) e detonou em Dancing With an Angel. Estavam ali algumas das canções de seu mais novo CD, que ainda contaria com If You Say Goodbye, Gonna Be My Baby, mais uma outra regravação chamada That's The Way (I Like it) e Gimme All Your Love. Vale a pena lembrar que esse disco se chama "Forever", e foi produzido meio a meio Brasil - Itália, mas dedicado especialmente aos fãs Brasileiros que compraram cerca de 150 mil cópias desse álbum, e fizeram com que William atingisse o topo das paradas nacionais com vários de seus Hits. E Double You agradeceu fazendo uma Turnê exclusiva aqui pelo nosso País, onde passou por várias cidades como Uberaba (MG) e Taubaté (SP). Em 1998 teve mais regravação, o Hit Ain't No Stoppin' Us Now foi muito bem aceito pela crítica nacional (é, parece que a praia de William era mesmo fazer ótimos 'remakes'). E se a receita já estava pronta, o jeito era usá-la cada vez mais. Prova disso são os Singles seguintes: Please Don't Go 2001 (que ainda teve outro remix em 2002), Message In The Bottle e I Fell You (também de 2001, esta última gravada num projeto paralelo com o DJ Marc èt Claude), Dance Anymore e I'll Be Over You (ambas de 2002), e sua mais recente bala: Everything I Do , I Do it For You (de Junho / 2003, conhecidíssima do público, pois a versão original é de ninguém menos que Bryan Adams). Atualmente Double You passou pelo Brasil, onde fez uma Turnê de 3 meses com vários shows que divulgaram o seu mais novo sucesso: What Can I Do?, uma balada romântica realmente muito bem feita, num estilo mais lento e diferente do "Soft Charm" presente em What Did You Do? (With My Love) e She's Beautiful. Que notícia boa não é? Esta passagem por terras nacionais presenteou quase todos os Estados, com apresentações em cidades como Campo Grande (MS), São Paulo (SP) e Aparecida do Norte (SP). E a avaliação do público foi bem positiva, parece que a galera gostou desse Single mais romântico. Ele vive dando as caras aqui pelo Brasil... Um de seus locais preferidos para detonar seus sucessos, é o ''Penélope'' às quintas-feiras, na Vila Olímpia em São Paulo capital. Em 2005 ele fez uma super parceria com um dos DJ's e produtores mais requisitados da Dance Music Mundial, o grande DJ.Ross!! Resultado dessa troca de maestrias: Singles de arrepiar!! O primeiro foi Everybody Get Up com uma levada totalmente Trance. No início de 2006 veio outra porrada, Beat Goes On, que sacudiu as pistas em todo o Brasil, que mostra um grande carinho por DJ.Ross também, fruto de suas passagens por aqui nos Festivais de Dance anuais, feitos pela Building Records. Em Julho, ainda 2006, chegou às lojas o Single The Volume, onde vemos Double You agora em nova parceria, com o produtor "GM". Mas o som segue a linha dos anteriores, com batidas marcantes, ainda resultado da mistura bem feita entre Old School & New Pop. Vale a pena conferir, é uma super dica Good Times!!! E fique ligado, pois quaisquer novidades estaremos passando pra você, certo?
Orange Blue
Um dos vários projetos paralelos que Melanie Thornton participou, se chama "Orange Blue". Apesar dela ser Americana, o grupo foi formado na Alemanha em 1994, tendo em sua formação vários conhecidos da cantora, como os produtores Amir Saraf e Uli Brenner. Nascida em 1967, Melanie rodou por muitos e muitos estúdios na Suíça, Alemanha e Espanha, até encontrar o sucesso com o La Bouche no final de 93. No auge de sua Fama, depois de arrebentar com as belas "Sweet Dreams", "Be My Lover" e "Fallin' In Love", Melanie recebeu uma proposta irrecusável para começar a participar de projetos paralelos, como o 'Joy-Lab' (onde lançou o sucesso "Freedom"), o 'Comic' (responsável pelo Single "I Surrender To Your Love"), e o famosíssimo 'Le Click' (dispensa comentários, basta ouvir "Tonight Is The Night"). Outra parceria que acabou estourando também, apesar de apenas dois Singles lançados, foi com o grupo 'Orange Blue' no final de 1994. Em Dezembro saiu o Hit If You Wanna Be (My Only), que ficou por vários meses na parada Mundial, conquistando ótimos Top 10's. Lançada em duas versões de arrepiar, e em pleno Verão aqui no Brasil, a música entrou rapidinho nas principais rádios que tocavam o estilo Euro. Alguns meses se passaram até que em Maio de 1995 outra belíssima canção chegou aos DJ's: Sunshine Of My Life, que corajosamente competiu com Singles de 'responsa' como "Dreaming Blue" do Jamie Dee, e "Another Ilusion" do Rix-Thyna. Melanie Thornton cedeu sim sua voz maravilhosa para o primeiro sucesso, mas infelizmente o segundo não contou com ela, embora tenha sido considerada uma das melhores baladas da Eurodance Mundial, com beats totalmente chiques e toques ímpares. Gravada na Itália, "Sunshine Of My Life" foi produzida por um outro time de DJ's, talvez seja esse o motivo pelo qual Melanie não tenha continuado a parceria. Nesse meio tempo, a cantora ainda cuidava de todos os arranjos e composições do La Bouche com seu parceiro e Rapper Lane McCray Jr., acredite! Palavras de Melanie: "Sabe, olhando lá pra trás, parece que tudo aconteceu tão rapidamente. Eu não conseguia me dar conta que tudo aquilo estava acontecendo. De repente lá estava eu dentro de um estúdio, fazendo gravações com Amir e Uli em 1993...". Em 24 de Novembro de 2001, Mel se despediu desse Mundo de uma forma trágica: viajando para promover o seu mais recente Single naquela época (Wonderful Dream: Holidays Are Coming), o avião em que estava caiu e ela veio a falecer. Segundo opiniões de vários críticos, o Single In Your Life (o último de sua vitoriosa carreira solo), foi considerado a sua melhor composição. Estaremos mudando de endereço em breve (com certeza muito melhor que esse lixo de Blogger), e iremos homenagear essa cantora inesquecível e perfeita, com os dois sucessos maravilhosos que o Orange Blue nos presenteou. Logo logo nós estaremos trazendo as músicas e suas respectivas letras. Caso você queira saber mais sobre o La Bouche, continue rolando a página até o final, que com certeza você irá encontrar mais dados sobre toda a trajetória da banda e também de Mel T.
Karina
Seguimos em frente com a nossa viagem pelo Mundo da Música!! O Good Times faz agora uma homenagem à cantora "Karina", que também deu uma boa força pra nossa Eurodance ficar mais conhecida lá fora. Com o apoio de André Werneck (Produtor e DJ), Eugênia Guerrera (Designer) e Paulo Jeveaux (também Produtor), Karina gravou e divulgou o seu primeiro Single chamado Vidas Nuevas. Esse som foi um verdadeiro sucesso aqui no Brasil, chegando a fazer parte de várias coletâneas das principais rádios Pop-Dances. Dançamos muito! Até que Sin Porqué foi lançada. Estamos no finalzinho de 96, abrindo o Verão de 97 com essa puta pancada. Muito boa composição, feita nos mesmos beats da anterior, e classificada como 'tão boa quanto'; resumindo, uma Dance Music gostosa de se ouvir. Daí pra frente, outros Singles foram chegando: La Noche, Tu Ritual e Mi Debilidad. Em Setembro, ainda de 97, Karina lança seu primeiro disco completíssimo! Todas essas músicas citadas faziam parte do álbum. Destaque para as belíssimas baladas românticas Primera Vez e In The Name Of Love (gravada com o mestre Double You). Versões Remixadas e ótimas Extenteds completavam o CD. Já em 1998, quem deu uma ajuda e tanto na produção e na composição das novas canções, foi o cantor e marido Vinny (o mesmo de "Heloísa Mexe a Cadeira", "Te Encontrar de Novo" e "Shake Boom"). Um segundo CD chamado "Porque Si No Estas" chegou às lojas ainda no mesmo ano, trazendo ótimas músicas como a faixa-título Porque Si No Estás e a versão Club Mix de Dejare. Algumas infos e curiosidades: Vinny é doido por Sushi e Vídeo Game, estudou Psicologia e também Direito, e atualmente mora no Rio de Janeiro com Karina e um 'rebento'. Logo abaixo continuamos dando aquele gás nos talentos que o Brasil possui!! É o Good Times valorizando quem merece!!!
Gottsha
E mais uma 'prata da casa' dá o ar da graça por aqui. Estamos falando da cantora Brasileira Gottsha Gottlieb, ou simplesmente Gottsha, seu nome artístico. Cantora e atriz, ela começou a fazer parte desse meio com apenas 14 anos. Seu primeiro sucesso chegou às rádios em Janeiro de 1995: No One To Answer foi distribuído e muito bem aceito em cerca de 50 países, fazendo com que as pessoas conhecessem um pouco mais sobre o estilo Eurodance de Gottsha, e acima de tudo, incluíssem nosso país na vasta lista de grandes produtores. Ela foi a primeira cantora Brasileira a cantar em Inglês (logo depois vieram Corona, Mr.Jam, Any Second, e Lulu Joppert). Por aqui, dançamos muito ao som desse primeiro Single, e recebemos com muita alegria e ansiedade a segunda música de trabalho chamada Breakout, liberada em Abril de 95, com direito à edição especial só com remixes. Sucesso total! O Rio de Janeiro ficava cada vez mais conhecido, tamanho o sucesso de Gottsha, que arrebentava nos vocais. Todas as rádios e boates que rolavam a Eurodance, passaram a detonar o mais novo lançamento da brasileirinha, que via sua carreira ir cada vez mais longe. Saía então o seu primeiro álbum, gravado e produzido em terras nacionais: "Gottsha - No One To Answer". Sua popularidade e versatilidade ficaram cada vez mais evidentes, quando em Setembro o hit So True (que também fazia parte do CD) começou a ser trabalhado. Só pra você ter uma idéia, suas composições fizeram parte de cerca de 20 álbuns, entre coletâneas, lançamentos de rádios, TV's e DJ's. "So True" era mais light, mais branda, mais gostosa de se ouvir, trazendo o estilo Charm para o topo das paradas cariocas, pra variar um pouco. As maravilhosas Do You Wanna Love Me? (que contou com um disco só de remixes também, em Novembro de 95), Sound Of Love (Janeiro de 96) e Dance The Night Away (Março de 96), foram chegando aos poucos e tomando conta das rádios por aqui. Sunshine In Your Eyes completava a lista. Começaram então a chegar convites para participações como backing vocal em alguns projetos. O primeiro a se pronunciar foi Double You, que regravou o sucesso That's The Way, e depois uma outra banda nacional, o Mr.Jam, que chegou mandando ver em 2 Late 2 Stay. Com essas parcerias rolando, Gottsha se aperfeiçoava cada vez mais em seus trabalhos, até que em 97 ela fez a sua estréia profissional no Teatro, com o Musical "As Malvadas" (de Charles Möeller e Cláudio Botelho). A partir daí, uma nova fase tomou conta da vida da cantora, agora atriz! Entre trabalhos nos palcos e nas telinhas, Gottsha tentava conciliar a correria dos shows e das gravações com seus espetáculos. Toda essa fama também rendeu alguns clipes para a MTV Brasil, além, claro, da trilha sonora de "As Malvadas", uma regravação de um clássico da Disco Music: I Love The Nightlife, original de Alicia Bridges, Single esse que ganhou 9 remixes, sendo um deles ao vivo, em mais uma edição especial de lançamento (um verdadeiro sucesso). Chegamos em 1999, e nos deparamos com a 'mil e uma utilidades' no espetáculo Infantil "Quem Inventou o Brasil?" (de Karen Acioly), e também há pouco tempo em mais um Musical: "Cole Porter - Ele Nunca Disse Que Me Amava" (dos mesmos diretores de "As Malvadas", sucesso de público e crítica por cerca de 2 anos no RJ e SP). E não pára por aí não! Ela ainda lançou no ano de 2000 mais um hit de nome I Just Wanna Love You em mais um projeto: o InSoul. Atualmente, Gottsha tem escrito algumas canções, mas está atacando mais de colaboradora do que cantora, mandando seus trabalhos para grandes produtores, dando aquela força para as bandas que estão começando. Ela também declarou que, se mais algum Single for lançado, com certeza deverá obedecer aos beats mais Softs e Chiques da Light Music.
Joy Salinas
Em Abril de 1991, o Mundo todo ficou conhecendo aquela que seria uma das maiores sensações da Eurodance: Joy Salinas. Sua porta de entrada foi a França, onde estreiou com Rockin' Romance, que ganhou remixes de Black Box e DJ Herbie. Ainda era cedo para que Salinas ficasse conhecida, então o grupo resolveu lançar mais dois Singles: The Mystery of Love (Novembro de 91) e Stay Tonight (Abril de 92). Já estavam ali algumas das canções que fariam parte de seu primeiro disco, chamado "Joy Salinas", que faria com o que a banda ficasse conhecida em toda a Europa. O Império começou a se solidificar em Maio de 1993 com o lançamento de Bip Bip, já sob forte influência da Eurodance. O estilo fino de se fazer músicas havia chego para ficar, tomando conta do Top 10 Francês, e das Night Clubs Italianas. Mas o melhor ainda estava por vir: o Hino Nacional People Talk. Com essa música, Joy Salinas viu a fama de pertinho, e não a deixou subir pela cabeça; soube controlar, administrar os resultados e traduzir tudo isso em forma de muito trabalho. Estamos em Janeiro de 94, Verão Brasileiro. Esse som acertou em cheio nossas pistas, fazendo com que todos cantassem "People People People Talk, People People People Talk, Here We Go!". E claro, mais uma vez estava presente a moda de 1992 e 93: a mistura de vocais femininos com um rapper. Quem deu o ar da graça foi o cantor Melvin Hudson, que jamais imaginou fazer tanto sucesso assim com um Single. Joy Salinas simplesmente engoliu os 5 Continentes, reforçando a boa e nova Eurodance, que trazia astros como Me & My, General Base e Newton, todos já apavorando. E a ótima fase foi mantida com a chegada de Gotta Be Good lançada 5 meses depois, Junho de 94. Com remixes feitos pela galera do "Cappella", esse som continuou levando o público ao delírio, e fechando o ano com um ótimo balanço, mais do que positivo. Joy Salinas abriu 95 com força total! Produzido também na França, o Single Callin' You Love chegou arrebentando tudo, e colocando mais uma vez o grupo no Top 10, dessa vez aqui no Brasil, onde conseguiu um ótimo 'feedback', emplacando o trabalho em várias coletâneas de rádios. O sucesso mais do que comprovado rendeu outro álbum: "Bip Bip", que fez explodir canções como Let Me Say I Do (Abril/95) e Deputy of Love (Dezembro/95), além das anteriores citadas. A partir daí, o grupo começou a encontrar dificuldades em inovar, já que as idéias começavam a se esgotar cada vez mais rápido, tendo em vista o grande número de bandas que se lançavam no mercado em busca de destaque. Durante 11 meses eles se abstiveram de tudo e todos, e se reuniram em busca da música e estilo ideais. Somente em Novembro de 96 eles voltaram à cena com Give Me a Break, com batidas mais definidas, tendendo à Trance Music. Ainda sob distribuição da Spotlight Records aqui no Brasil, o Single não fez muito sucesso, ficando de fora do Top 20. Mesmo assim mais um álbum ainda foi lançado, de nome "Dream in Paradise", que consagrou 3 meses depois a faixa-título do disco, confirmando a volta à Dance Music, esquecida no baú da evolução. Dream in Paradise não trouxe vocais de rappers; apenas pianos deliciosos de serem ouvidos, a voz sutil de inesquecível de Salinas, que mais parecia cantar com o coração, sem se preocupar com os resultados ou com retorno algum por parte dos fãs. De fato mesmo, esse pode não ter sido um lançamento "comercial", mas com certeza foi o mais chique presente que recebemos dessa maravilhosa cantora. Não temos notícias do que aconteceu com os integrantes do Joy nos anos de 98 à 2002. A única informação que temos, é que em Maio de 2003 um Single sob os cuidados do nome Joy Salinas foi lançado na Europa, chamado I Can't Stop e produzido pelo mesmo bom e velho DJ Herbie. Enquanto não temos maiores informações, vamos curtindo todas as balas dessa banda que é simplesmente uma das principais das Eurodance Mundial. E cuidado pra não passar mal hein?
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DJ Dado
Flavio Daddato (ou DJ Dado) fez toda a sua fama na Itália, começando a estourar com o Tema do seriado "Arquivo X" lançado em Março de 1996, atingindo o Top 10 em todo o Mundo (primeiros lugares em Israel e Itália, sexto no Countdown geral Europeu, e oitavo no Reino Unido). Mais de dois milhões de cópias foram vendidas desse Single. Mas antes desse sucesso todo, Flavio deu as caras no Mercado duas vezes, com Same em Abril de 94, e Face It de Novembro de 1995, ambas sem grande retorno, que foram consideradas como se Dado apenas estivesse "mostrando melhor o seu trabalho para todos". Três meses depois do estouro do Tema de "Arquivo X", chegou Metropolys, o seu novo Single. Foi tão bom quanto o anterior, pois conseguiu manter o DJ nas paradas, e o melhor de tudo, no Top 10 Internacional. Para confirmar cada vez mais sua imagem e seus ótimos trabalhos no cenário Mundial, Dado produziu e lançou o seu primeiro álbum completo ainda no final do ano. "The Album" revelou grandes sucessos como Mission Impossible e Revenge (já sob novo selo). Com uma ótima aceitação do público, encontramos então DJ Dado começando o ano de 97 com força total, de gravadora nova e tudo mais, emplacando belíssimas músicas e parcerias perfeitas com ótimas vocalistas. Logo em Janeiro veio Shine On You Crazy Diamond, que permaneceu por 2 meses na parada Mundial, obtendo mais um Top 10 pra carreira. Os rumores de um novo disco começavam a circular aos poucos, tomando cada vez mais forma quando Dado lançou a memorável Coming Back, evidenciando assim os vocais Pops e insuperáveis de Michelle Weeks. Gravada em seu próprio estúdio localizado em Nova York, produzida e mixada na Itália, essa bala saiu em Junho (estamos em 97, não se esqueça), com uma levada impressionante, pianos e beats secos, tudo o que os fãs gostariam de ouvir e um pouco mais! Estava sendo traçado ali mais um marco na carreira desse sensacional produtor e DJ, que também trabalhava com outros grandes nomes do meio, como Salsotto e Fargeta. E se a primeira experiência rendeu diversos frutos, a receita obviamente teria que ser reutilizada em novos trabalhos! E foi o que aconteceu em Dezembro com a música Millenium, em parceria com Dirty Minds. Durante vários meses os resultados foram super animadores, e assim DJ Dado e companhia resolveram gravar mais uma porrada com os vocais de Michelle Weeks. Estamos agora no mês de Junho, ano de 1998, quando o Single Give Me Love foi produzido e lançado com versões "Club Mix", "Dub" e "Extented", todas a cargo de nada mais nada menos do que "Full Intention". Chegava a hora de um segundo álbum invadir as lojas, completíssimo de novidades, e também trazendo as melhores do primeiro CD. O nome, mais do que apropriado, era "Greatest Hits & Future Bits". E mais trabalhos começavam a chegar: a próxima vocalista a aceitar o convite de DJ Dado foi a maravilhosa Simone Jay (a mesma de Wanna Be Like a Man). A música Ready or Not foi gravada em Dezembro de 98 e lançada em Janeiro de 99, e chegou ao Mercado com uma métrica muito bem feita, reunindo todos os quesitos necessários para que um som fosse bem curtido numa boa balada pela noite. Ainda mais quando os Remixes ficam por conta de "Jaydee" (o mesmo de Plastic Dreams e "Steve Silk"). Com um grande espaço na mídia, sendo comentada em grandes revistas e playlists Mundiais, essa música foi uma das principais baladas nas Night Clubs Alemãs e Inglesas. Em Março de 99, DJ Dado correu novamente até Nova York, decidido a gravar outro Hit com Michelle Weeks, e depois de 2 meses de empenho saiu Forever, que incluía grandes remixes. Um terceiro disco ainda foi editado com o nome de "Greatest Themes '99". O tempo ia passando e o intervalo entre os lançamentos começava a crescer também, entretanto outras parcerias continuaram a serem feitas, como em Where Are You? (Setembro/99 com Nu-B-Ja), You & Me (Maio/2001 com J.White) e One & Only (2002, com a Eurogirl Nina, a mesma de The Reason is You). Ainda em 2002 foi feito um 'remake' de "X-Files Theme" no mês de Abril. DJ Dado segue produzindo e remixando sucessos ao redor do Mundo, trocando conhecimentos e cada vez mais crescendo em sua bela carreira. Assim como ele, alguns DJ's e produtores de peso, como Molella e Thunderpuss, também estão na ativa há anos levando música de qualidade para todos os que curtem uma boa balada. Em tempo! Acreditamos que em breve poderemos conferir mais um grande trabalho de DJ Dado, assombrando as pistas de todo o Mundo mais uma vez. Estamos aguardando por novidades!
Paradisio
Os Belgas do "Paradisio" chegaram com tudo em 1994 com a música Un Clima Ideal. Tudo por causa dos produtores Patrick e Luck, que sob o pseudônimo de "The Unity Mixers" ficaram impressionados com os dotes vocais da Espanhola Marisa Garcia. Logo ela se enturmou com os caras, e passou a morar na Bélgica, onde a combinação perfeita entre criatividade, talento, muito carisma e amizade, rendeu esse primeiro trabalho. Passávamos um frio enorme aqui no Brasil, quando o Single estreiou nas pistas, arrebentando num clima Caribenho de cair de tanto dançar. Em meados de Maio de 1996, o Paradisio lançou mais um super trunfo: Bailando, afinal de contas, já estava mais do que na hora de tentar cobrir o sucesso da anterior. Dito e feito! Com a excepcional marca de um milhão de cópias vendidas no Mundo antes de acabar o ano, a voz sexy de Marisa invadiu as rádios e dominou os topos dos Charts na Itália, na Bélgica, Finlândia e Dinamarca, tudo de uma vez só. Uma energia incrível tomava conta das pessoas, que cantavam em coro: "Bailando, bailando, amigos adiosss, adiosss el silencio loco". Não se falava em outra coisa a não ser essa bendita música. Só pra você ter uma idéia, o Single alcançou, somente na França, metade do que o anterior havia vendido (mais de 450 mil cópias), sendo também disco triplo de platina na Suécia, abafando uma mania que se chamava "Ace of Base". Com Vamos a La Discoteca foi a mesma coisa! Tanta aceitação assim só poderia render um super álbum, chamado "Paradisio". A Europa foi a primeira a receber o disco, e sabe-se lá se ele chegou aqui no Brasil; se chegou, poucos têm. Tanto o lançamento do Single, como o do CD, rolou em 97. A partir daí, novas músicas chegaram ao mercado; são elas: Bandolero (editado ainda em Setembro de 96, mas relançado com o disco em Maio de 97) e Dime (Lê-se "Daime") em Outubro de 97, fechando o ano com um sucesso invejável! A vocalista Marisa já era considerada um verdadeiro símbolo, por sua sensualidade, maquiagens e figurinos que usava nas apresentações. O jeito então foi curtir a fama, estacionando um pouco os trabalhos, tanto que o sucessor de "Dime" só chegou na metade do ano de 1998. Se chamava Paseo. Juntamente com uma outra decisão (a de lançar só um Single por ano), rumores de separação começaram a rondar a mídia, logo atingindo os fãs, ou seja, isso acabou custando bem caro para o grupo, que viu o Ibope de Marisa cair pelas tabelas. Ela não aguentou a pressão e acabou deixando os companheiros, que investiram em uma nova vocal, que gravou em Julho de 99 a música Samba Del Diablo. Contudo, eles conseguiram se arrastar até 2001, adotando a mesma estratégia de muitas bandas que estavam caindo nos charts: a regravação. A vítima foi Vamos A La Discoteca, lançada em 96, que ganhou uma nova cara e uma nova voz também. Mas nós não sabemos se a vocalista (de nome Alexandra), é a mesma que substituiu Marisa em "Samba del Diablo". Consta ainda que um CD de nome "Propaganda" foi lançado, mas não temos a data. Vamos nós nos beats de "....num paraiso que se chama Paradisio"...
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Kate's Project
Seguindo quase que a mesma linha de Andrew Sixty, o grupo Kate's Project foi mais um expoente da Eurodance, não só se destacando por dar uma nova cara à músicas Pops da época, mas também por trabalhar no conceituadíssimo "Sistema de Lançamento de Singles", onde a procura por discos ou CD's completos, com todas as músicas de um grupo, era impossível. Os covers e as versões extasiantes dessa galera, invadiram os charts em Novembro de 1992, quando foi lançado o hit Wuthering Eights, original de Kate Bush. Como o próprio nome já dizia, o projeto contou com várias vocalistas e integrantes de outras bandas, como "Plastika Love And Heart" e "Masquerade". Em Maio de 93 saiu o remix do Single Time After Time, original de Cindy Lauper. Apesar de uma outra banda chamada INOJ também ter regravado essa música (e ter contribuído com uma boa parcela para o fortalecimento do estilo Freestyle no Rio de Janeiro), a versão do Kate's Project era simplesmente arrasadora! O nome do grupo começava então a pegar força aos poucos a partir desse lançamento, e acabou dominando durante 6 meses as rádios por aqui. Já as boates, optaram por outros remixes na hora de fazer a galera dançar na noite. Em Novembro, voamos de encontro ao êxtase em Ecstasy of Flight, mais uma bala que o projeto detonou. Mas a agitação total veio mesmo quando os beats de You Can tomaram conta da cena, em Junho de 1994. O Single caiu como uma luva nas boas investidas dos produtores Italianos. Verona seria então o palco da grande revolução Dance do país naquele ano. A vocalista Jenny deu um show de interpretação, deixando o público e a crítica sem palavras para definir o que estava acontecendo. O hit saiu em um disco que ainda trazia duas versões de um "Lado B" chamado "The Beat That Makes You Move". O sucesso foi tão grande que nós só ficamos conhecendo o próximo Single de trabalho depois de 9 meses! Lá estava ele: No More I Love You's, de Março de 95. Com certeza o maior e melhor ano da Eurodance, onde milhares de ótimas composições disputavam um lugar nos Top 20's Mundiais. Israel, Alemanha e Itália são ótimas referências de termômetros, para sabermos em que nível está a aceitação do público em relação aos lançamentos. "No More I Love You's" foi gravada originalmente por Annie Lennox, e ganhou remixes a La 'Everything But The Girl' e 'Real System', precursores de um estilo impressionante de se fazer músicas, com batidas que lembravam muito a Garage Music. Viramos o ano de 96 ouvindo mais remixes, desta vez de Heart And Soul editada em Fevereiro. Produzida por Farina e Crivellente, e com uma ajudazinha do mestre F.Turatti, o hit foi mixado e remixado mais uma vez em casa: Verona. Um disco com 3 remixes é o resultado desse trabalho todo. O Kate's Project seguia a todo vapor, e para deixar os fãs mais doidos ainda, saiu I Got To Believe em Junho de 96. Não há outra palavra para explicar o conteúdo, a energia, o ritmo e a métrica da letra, senão "excepcional". Lá fora nós não sabemos como foi o desempenho desse Single, mas em terras Brasileiras... sai de perto! "I Got To Believe" entrou no Top 20 nacional facilmente, e foi uma das mais tocadas de 96, com direito à integrar coletâneas de rádios e boates. O sucesso foi estrondoso, e talvez tenha sido o maior que a banda já teve, pois a partir de 97 a Eurodance já começava a dar sinais de fraqueza, com composições menos criativas e mais Technos. Sutileza e finesse em integração total em "I Got To Believe"; essa foi a conclusão mais comentada nos bastidores da mídia. Vamos seguindo em frente! Em 1997 ouvimos novos trabalhos, entre eles Locomotion e I Don't Wanna Believe, esta última de Novembro, e que contou com a participação de uma equipe monstruosa na produção, cerca de 15 pessoas, entre produtores, vocalistas, bandas e outros projetos. O resultado até que foi agradável, mas não como o de "I Got To Believe". Antes de voltarem à cena com vigor e fama novamente, os integrantes do Kate's Project ainda obtiveram fracasso em outro lançamento: A Better World (Janeiro de 98). Pouco havia se feito em 97, e obviamente o resultado não foi agradável. A busca por novos rumos em uma época já em decadência era cada vez menos otimista. Mas como a esperança é a última que morre, um belo dia A.Bindella, F.Serra, M.Farina e G.Crivellente conseguiram escrever, gravar e mixar mais um grande Single. Marque a data: Março de 1998. A música? If You Can Say Goodbye, prato cheio para quem ainda aguardava um mísero sinal de vida da Eurodance, já em final de Império. No CD promocional, a expectativa de voltar às paradas Mundiais, trazendo com essa composição, alguns remixes de um dos primeiros trabalhos da banda: "You Can". Uma outra tentativa de ressucitar hits através de remixes, foi feita com A Better World e I Don't Wanna Believe, já em 1999, que acabaram se tornando menos chatos e mais familiares aos nossos ouvidos, com os ótimos 'remakes' feitos. E a turminha continuava na estrada! Em Abril de 2000 saiu Baby You Can Help Me, gravada e mixada sob a marca da "21st Century Records". Curiosamente (em time que está ganhando não se mexe) a equipe e a cidade continuaram as mesmas, mas os espaços entre os lançamentos começaram a aumentar. Prova disso é que depois desse Single, o próximo só veio após 1 ano e 7 meses! Isso mesmo. Foi o suficiente para que inúmeros grupos ingressassem na mídia e na briga pelo sucesso, já que em 2001 encontrávamos a Eurodance completamente extinta (já há 3 anos praticamente), e nem mesmo a parceria com o vocalista Ken Laszlo (que inclusive também estourou com um Cover - Video Killed The Radio Stars) segurou a onda em One Small Day. Atualmente não temos informações sobre o paradeiro de Kate's Project, e quaisquer informações, estaremos divulgando aqui para você, ok?
Intermission
Ela é Americana, mas o grupo, adivinhem só de onde é! Se você respondeu Alemanha, acertou de novo! Lori Glori, essa morenassa que tem uma voz poderosíssima, porém sensual, chega fazendo pressão total aqui no nosso Good Times. À frente do grupo "Intermission", Lori era mais do que uma vocalista; ela era alegre, dedicada, brincalhona, batalhadora! Todo o ritmo que encontramos nas composições das quais participou, deve-se à Lori. Dirigido pelos produtores Michael Eisele e Dietmar Stehle, o Intermission fez várias parcerias com outras bandas de grande expressão Euro, como Loft e Captain Hollywood Project. Mas, vamos nos situar: estamos em Março de 1993. Se enganam aqueles que pensam que a primeira música de trabalho do Intermission foi Piece of My Heart. O Single Honesty foi quem estreiou a banda no mercado da Música. As boas vindas até que foram bastante agradáveis e animadoras para eles; a música entrou em dois Top 20's (em Israel e na Alemanha). Lori Glori ficou apenas observando todo o talento da vocalista Nina, convidada pelos produtores à atuar. Não havia nenhum contrato; o que acontece é que nessa época, Nina estava indo de vento em poupa com sua carreira solo, e os caras acharam legal que ela inaugurasse o Intermission, não como um projeto, mas sim como um acontecimento festivo. Durante um ano, eles trabalharam essa composição, que estourou mais no Exterior do que aqui no Brasil. Em Abril de 94 chegava então a vez de Six Days apavorar qualquer um que ouvisse esse som maravilhoso; com seus beats super dançantes e versos provocantes que diziam "Você é um homem, você tem que ser meu amante! Não me decepcione, eu não quero outro", o hit também entrou facilmente no Top 20 Alemão, e arrebentou nas Night Clubs Brasileiras. As rádios, em plena comunhão, se renderam ao sucesso, fazendo com que a fama de Lori Glori e companhia crescesse cada vez mais. Sem muito tempo para curtir o 'feedback' desse trabalho, eles resolveram emplacar mais uma super composição; agora sim era a vez dela: Piece of My Heart detonou com seus órgãos, sua batida totalmente envolvente, e claro, os vocais mais do que sensuais de Lori, em parceria com um rapper. O 'taboo' vocalista + rapper continuava de pé! Com essa formação, eles conseguiram atingir uma posição melhor em algumas listagens. Subiram de Décimo Oitavo para Décimo Primeiro em Israel, e alcançaram o Décimo Terceiro posto na Alemanha. Partindo do princípio de lançar apenas Singles, segurando um possível álbum de estréia, o grupo ainda lançou mais uma música antes de anunciar o disco tão esperado pelos fãs. Give Peace a Chance nos trouxe mais que um ótimo trabalho. Nos trouxe um pedido de conscientização, frente a um Mundo cada vez mais triste e afetado pela violência. O Intermission pedia uma chance à PAZ! E não deu outra. O 'apelo' rendeu bons frutos, e o tão sonhado disco de estréia começou a tomar formas mais concretas, passando do papel para o estúdio. De Outubro de 94 à Outubro de 95, eles deram duro, trabalharam muito, e depois de um ano saiu a notícia que todos queriam ouvir: "Piece of My Heart", o CD completo já estava nas lojas!! Delírio total, e claro, correria para saber quais as outras preciosidades que completariam o álbum, já que nós conhecíamos apenas 4 das 12 faixas que o disco trazia. Em Dezembro de 95 matamos a curiosidade! Ficamos sabendo que I Can't Stop Loving You (toda sinistra), Love Sensation (Dance Music na cabeça), It's My Life (uma verdadeira porrada sem igual, de fazer tremer a casa), e I Know (que mais parece música de Aeróbica, risos) foram super bem cotadas no Exterior, fazendo com que o grupo fosse às nuvens, encontrando definitivamente o estrelato. O álbum foi um sucesso, uma verdadeira preciosidade! Eles abriram o ano de 96 mandando ver com All Together Now e Miracle of Love, duas pancadas de dar água na boca, puxando um pouco mais pro estilo agressivo, mais Trance. Renovando o estoque de lançamentos, tivemos ainda Real Love (Novembro/96), Planet Love (Maio/97), e Blow Your Mind (Setembro/97). Até então, esse foi o último Single considerado inédito, pois durante um bom tempo eles ficaram sem lançar nada de novo, apenas divulgando os trabalhos já existentes, viajando pela Europa, fazendo shows com DJ's e remixando todas! Atualmente não sabemos se eles ainda estão na estrada, mas a última informação que nos chega, é que um Remix de "Piece of My Heart" foi lançado em Junho de 2003, com produção dos DJ's Grey e Frost. Estamos no aguardo de novas infos sobre o Intermission, essa banda imponente, chiquérrima, e super entendida de quaisquer estilos que coloquemos em sua frente. Eles detonam tudo! E merecem nosso destaque por aqui.
Snap!
E dá-lhe Alemanha, imperando aqui no Good Times! Vamos relembrar agora uma das bandas mais conhecidas da Dance Music no Mundo: o "Snap!". Michael Muenzing e Luca Anzilotti despontaram para a fama ainda no final dos anos 80, mais precisamente em 1989 com o Single The Power. O peso da estréia não abalou o grupo, que com os vocais de Penny Ford (que já deu uma força para Chaka Khan, Kool & The Gang e The S.O.S. Band), estourou o hit nas grandes capitais do Mundo. De um lado o Snap! arrebentava com Penny, e de outro, o rapper Turbo B. se consagrava como um dos responsáveis por essa famosa "mistura" entre vocais femininos sendo complementados pelas vozes impositivas de um rapper, em pleno Flash House. Essa "nova tendência" culminaria na Euro Music, com grupos como Captain Jack, DJ Company e ainda o próprio La Bouche, que experimentariam dessa poção mágica, que é cantar em duplas. Turbo B. participou também de outros projetos como "Moses P." (1989) e "Rocksteady Love" (no final dos anos 90). "The Power" foi um Single muito bem feito, com uma batida impressionante, guitarras e efeitos inovadores. Mas o talento do Snap! não parava por aí. Outros vocalistas também passaram pelo grupo: Thea Austin, Nicki Harris e Summer. E foi com o talento dessa galera toda, que o primeiro álbum foi lançado: "World Power" saiu ainda em 89, e abriu a Década de 90 em grande estilo, consagrando os hits Ooop's Up, Mary Had a Little Boy e seus pianos mágicos, e ainda Believe The Hype. Um ritmo alucinante tomou conta de todos, que foram percebendo aos poucos de ali estava nascendo um novo estilo: a Dance Music. O Flash House começava a ficar para trás, mas ainda tinha muita lenha pra queimar. Por esse estilo ainda passariam grupos como Culture Beat, Erasure, Mc Jack & Sister J. e muitos outros, que seriam meio que obrigados a mudar seus estilos do House para a Dance Music. O Snap! com certeza foi um dos precursores do Dance. Por dois anos a galera dançou, e muito os grandes sucessos de "World Power", até que em 1992 chegou o segundo disco da carreira: "The Madman's Return". De cara, a música Rhythm Is a Dancer foi trilha sonora da novela "De Corpo e Alma" da Rede Globo de Televisão, que a usava "sem dó" como Single oficial do eterno "Clube das Mulheres". Pois é, quem pode, pode! E a Rede Globo acabou consagrando essa música aqui no Brasil, que passou a ser tocada de hora em hora nas rádios. Até mesmo as mais populares se curvaram ao sucesso desse som. Outra que abalou geral foi Exterminate, que abriu o ano de 1993 botando pra quebrar com beats totalmente misturados. É meio impossível dar um diagnóstico para essa verdadeira obra-prima do Mundo da Música. Podemos arriscar, dizendo que "Exterminate" era algo do tipo Drumm n' Bass misturado com Garage, ou ainda uma Euro-Trance Music. Realmente não sei (risos). Só sei que é uma das favoritas de quem curte o Snap!. Pouco depois, Do You See The Light? chegou nas paradas, causando uma ligeira impressão de que teria sido gravada pela cantora Rozalla (a mesma de "I Love Music" e "Faith"). Mas os boatos não se confirmaram, e o Snap! seguiu firme no cenário dançante Mundial, revelando em 1994 o talento e a leveza da vocalista Summer, que gravou a faixa-título do terceiro disco da carreira da banda: Welcome To Tomorrow. Esse trabalho contou demais com a participação de todas as vocalistas, sendo que Turbo B. estava dando uma força no projeto Centory, e acabou não participando das gravações. A música que dava título ao disco era simplesmente arrepiante, deixando a certeza de que "misturar beats" era uma praia da qual o Snap! entendia, e muito. Permita-me um aparte pessoal: "Por mais dançante e agitado que fosse esse Single, os vocais de Summer não conseguiam esconder a tristeza que a própria métrica da música pedia e passava pra nós. Ela gravou de um jeito todo especial, como jamais vi em toda minha vida. Foi simplesmente triste e perfeito. Ouça! Mas esteja preparado para o que vai ouvir". Bom, a partir daí outras balas vieram, e o trabalho de Summer apareceu mais uma vez em The First The Last Eternity (Till The End). Outra que se deu muito bem foi Dream On The Moon, fechando muito bem o ano de 1995. Já se passavam 6 anos, e lá estava o Snap! firme e forte, fazendo moda e agora lançando um verdadeiro presentão para os fãs: 2 belos álbuns só com remixes. Eram eles: "The Attack!" volumes 1 e 2, dos quais relembramos desde quando tudo explodiu, com "Rhythm Is a Dancer", até a recente The World In My Hands, mais uma em que Summer arrebentou. Como nessa época a Eurodance era a bola da vez aqui no Brasil, os sucessos remixados da banda não chegaram a tomar conta das rádios, mas foram bastante tocados nas pistas de dança. Já no Exterior com certeza o nacionalismo falou mais alto, e os hits regravados alcançaram grandes posições nos charts da Alemanha e Europa. Durante quase 4 anos, a galera do Snap! deu uma sumida, e não se sabe onde foram parar (risos), mas sabe-se que eles voltaram em 2000 com um novo disco, ressurgindo do nada para o Mundo com "One Day On Earth". O Single Gimme a Thrill nos deu ótimas notícias: o bom e velho Turbo B. estava de volta, agora acompanhado de uma nova vocalista chamada Maxayn, que já trabalhou com Cher e Tina Turner. Desse álbum são destaques: Money Dance, Angel e Passion. Foi um bocado difícil voltar à ativa depois desse sumiço de 4 anos praticamente. Eles encontraram muitas barreiras, mas em compensação adquiriram vários conhecimentos, entre eles, como evoluir dentro do seu estilo quando "o Tempo pede". E foi assim que em 2002 eles ainda continuaram na estrada, nos brindando com mais remixes de Rhythm Is a Dancer, Do You See The Light (em parceria com o Plaything), e Exterminate, seguidos de "Eternity" (também remixada). A chama continua viva! O Snap! está pelo Mundo, divulgando e fazendo shows em casas noturnas, mesmo que ainda agarrado no sucesso que já se foi. O nome fala alto! Snap! Power! Já estamos em 2003, e aqui encontramos o grupo cada vez mais aplicado, unido e acima de tudo interessado em lançar novos remixes. Mas parece mesmo que a criatividade começa a dar sinais de fraqueza. A "vítima da vez" foi o 'remake' de "The Power", divulgado com o pseudônimo de The Power of Bhangra. Rumores dão conta de que um novo disco só de inéditas estaria sendo produzido juntamente com o rappper Turbo B., e isso acaba deixando os fãs totalmente ansiosos. Será que o Snap! vai voltar com tudo em cima da Techno Music? Será o fim caso mais um álbum de 'remakes' venha a ser lançado? Quaisquer novidades, estaremos informando para vocês. Enquanto isso, faça uma boa viagem :-)
Masterjam
Parece brincadeira mas não é! Alemanha e Itália foram os países que mais contribuíram para a Eurodance em um espaço de tempo tão pequeno assim. Chega a ser impressionante o número de artistas, bandas ou mesmo produtores que lançaram os mais memoráveis sucessos das pistas de todo o Mundo. Agora é a vez da dupla Masterjam, formada pelo rapper Americano Mark Harris e a vocalista Tanya Hits. Harris também era produtor, e unido à George Ecker (que já trabalhou com Jesse Lee Davis), Ben Allen, Tony Hartmann e Rodney Beyer, eles entraram no mercado fonográfico com o Single Rhythm's In Your Mind. O ano, 1994. A métrica dos versos e a levada dos beats podem ser comparadas às de grupos como Captain Hollywood Project e Masterboy. "Rhythm's In Your Mind" era nada mais nada menos do que perfeita! O disco, um colírio para os nossos olhos. Colocar as mãos naquele importado significava status, poder, estar em transe! Resultado: sexto lugar na Rússia, e o topo em Israel. Algum tempo depois, outro belíssimo trabalho chegava às lojas de todo o Mundo. Estamos falando da extasiante I Wanna Know, que saiu logo de cara em duas versões, para que as rádios e os DJ's pudessem divulgar essa verdadeira pedrada! Elas eram sensacionais, mas a que mais emplacou foi a famosa "Maxi Edit", que atingiu o quarto lugar na Rússia e primeiro na Romênia. Outros países mais conhecidos como Bélgica e Áustria também rolaram esse som maravilhoso, que foi consagrado com o Top 10, ficando na sexta colocação em ambos. Quase dois anos depois, só curtindo o enorme feed-back que a música lhe rendeu, o Masterjam atacou novamente em 1996 com a terceira composição: Live It Up. Mas, incrivelmente numa tentativa de impôr novas tendências, os produtores retiraram os vocais do rapper Harris e mexeram um pouco nos beats, tornando o Single um Pop um tanto quanto estranho de ouvir. Quem já conhecia o poder de fogo da banda se assustou com a virada repentina e a cartada infeliz que os produtores deram. Lamentavelmente esse trabalho não foi adiante, sendo recusado por muitos fãs do grupo, que não se conformavam com as mudanças.
Nós também só temos a lamentar as poucas notícias que tivemos do Masterjam, depois desse "lançamento nada haver". O jeito é matar as saudades do que foi bom...não é verdade?
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Datura
E mais uma banda provinda da Itália invade o Good Times com o seu som! O projeto Datura teve início em 1991 quando Ciro Pagano e Stefano Mazzavillani se juntaram à DJ's conhecidos da região e lançaram o primeiro Single chamado Nu Style que foi bem nas pistas com suas versões remixadas. Já no segundo semestre de 92 eles detonaram em Yerba Del Diablo que chegou a várias marcas, entre elas a de "Top" na maioria dos charts Italianos, e um Disco de Ouro! Assim, toda a Europa ficou conhecendo melhor o projeto Datura através de shows agendados por toda a equipe de produção. A música Devotion (1993) nos trouxe uma parceria com a maravilhosa Billie Ray Martin (a mesma de "Your Loving Arms" e "Imitations of Life"), e deu origem ao disco "Eternity", que vendeu mais de 25 mil cópias somente na Itália, e teve seus Singles constantemente freqüentando os primeiros lugares nas paradas Mundiais. Ainda em 93 eles lançaram Fade To Grey, outra belíssima música de trabalho. A partir daí, o Datura optou por trabalhar somente com composições aleatórias, e não adquirir um certo "compromisso" com o lançamento de mais álbuns. E foi aí que eles se deram bem, pois todo Single que era lançado, já chegava às lojas praticamente com as vendagens esgotadas, pelo rumor e expectativa causados pela ótima divulgação. Alguns exemplos são: The 7th Hallucination (94), Infinity Together e Mystic Motion (95), e a lendária Voo-Doo Believe? de 1996. Essa última ficou por várias semanas no Top 5 Mundial! Com seus beats "A La Missing" (do EBTG), a música foi um estouro! Em toda a Europa e aqui no Brasil também, todos ouviram e dançaram muitas e muitas vezes esse som. Quase que colado com esse lançamento veio outra bala na mesma batida: The Sign, que ganhou vários e ótimos remixes, chegando mais uma vez facilmente ao Top 10 Mundial. Em 1997, Passion nos fez relembrar mais uma vez os vocais imponentes de Billie Ray Martin, chegando pra arrebentar! Outros sucessos ainda vieram: I Will Pray (98), I Love To Dance (um super Hard-Trance de 1999), o remix de "Yerba Del Diablo" (2001) e ainda (em 2002) Will Be One. Essa galera é realmente show, eles fazem um som de muita qualidade!!
Darkness
E o nosso "cão farejador" de arquivos aponta agora para o mês de Novembro de 1996, onde encontramos os produtores Tony Cottura e Marcelo Piaggi investindo umas cifras num projeto de nome Darkness. Apesar de acharem que tudo já estava pronto (a música "In My Dreams" escrita por Bülent Aris, e os vocais do descolado rapper True), ainda faltava um "diferencial". Claro! A voz estridente e perfeita de Marie Anett, vocalista do grupo Fun Factory. O release do Single traz os créditos para o codinome 'Cassandra', mas todos nós sabemos que a dona da voz é Marie. Até onde o Good Times tem conhecimento, apenas esse Hit foi lançado pelo projeto de Tony e Piaggi. Logo nos primeiros dias de estréia, ele abriu caminho nos charts de Israel (figurando entre as 5 mais) e aqui no Brasil (onde foi Top 10). Itália, Rússia e Alemanha também foram ótimos anfitriões do Darkness. Com batidas rápidas, pianos e efeitos, "In My Dreams" é um Eurodance de arrebentar, é impressionante! Vale muito a pena matar as saudades dessa ótima produção que ainda contou com vários bons remixes, entre eles o Nightmare, o Midnight e o famosíssimo "O Inferno Vem à Sua Casa". Aumente o volume, acenda a luz negra, faça do seu quarto um verdadeiro QG do terror!!! Essa é a verdadeira cara do animalesco Darkness!!
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Real McCoy
A História dessa turma é simplesmente invejável! Essa é uma das bandas mais influentes da Eurodance, e surgiu ainda na década de 80, mais precisamente em 1983 - você sabia que eles eram tão velhos assim? Pois são! Tudo começou quando Olaf Jeglitza (mais conhecido como O-Jay) conheceu um DJ chamado Quickmix, e a partir dessa amizade nasceram o pseudônimo Mc.Sar (Mestre de Cerimônias), e vários Singles que traziam uma forte influência do Rap. Apesar de bastante divulgados, eles não obtiveram boas notas por parte da crítica. Foram quase cinco anos de pura experimentação, lançando músicas e fazendo testes até chegarem à um produto forte. Aos poucos O-Jay ia moldando a banda, introduzindo novas tendências, novos beats, e até mesmo dando uma força pra galera que trabalhava nos bastidores. Em 1989 um cover de "Pump Up The Jam" do Technotronic foi gravado, dando início à saga Mc.Sar & The Real McCoy. Pela primeira vez nós poderíamos conferir esse som entre as 20 músicas mais tocadas da Alemanha, bem como entre as 100 mais da Billboard. Já era um ótimo sinal de que as coisas iam super bem, e que o sucesso seria fruto somente de muita dedicação e só viria com o passar do tempo. Em 90, a música "It's on You" foi uma das primeiras colocadas em mais de 10 países da Europa, espalhando cada vez mais a fama do grupo. Uma parada de alguns meses foi feita para que eles pudessem traçar novos rumos, reorganizar a banda e definir quais seriam os novos trabalhos a serem detonados. Um erro, e tudo estaria perdido. As mudanças começaram a aparecer aos poucos com a chegada de Patsy (Patricia Petersen), Vanessa Mason e Lisa Cork. Elas foram as responsáveis pelo primeiro passo rumo à Eurodance, e de 1993 à 1996 muita coisa rolou, foi com certeza a época em que o grupo mais esteve na mídia. Em Junho e Julho de 93 saíram os Singles Another Night e Runnaway causando uma enorme revolução nas boates e rádios da Europa, pois juntamente com a nova cara do grupo veio a adaptação do nome para Real McCoy, além do estilo Dance ter ganho o lugar dos beats do Rap, porém agora muito bem misturados. Aqui no Brasil não foi diferente não! A febre de O-Jay e companhia atravessou o Verão de 94 mandando muito som de qualidade para nós. Destaque para as impressionantes Operator e Automatic Lover que traziam o melhor da Dance Music, misturadas à uma forte influência Techno que estava por vir. Não existem adjetivos para elogiar o trabalho de Real McCoy, é simplesmente o melhor! Basta ouvir Come And Get Your Love para comprovarmos uma versatilidade enorme, que faz uma viagem desde os High-beats até mesmo à Reaggae Music, ao som de Love & Devotion e ao Charm inigualável de Sleeping With An Angel. Todas essas balas vieram ao mercado na forma de um CD inédito e completíssimo chamado "Another Night", faixa-título que ainda ganhou um Remix muito chique. Caindo mais ainda a batida, eles mostraram que também sabem fazer músicas mais cools; ótimos exemplos são I Want You e If You Should Ever Be Lonely que não agradaram muito os clubbers, mas sim quem apreciava um bom som e de altíssima qualidade. Esse disco foi bastante marcado pela presença dos beats graves que detonavam em quase todas as composições. Elas foram trabalhadas ao longo desses 4 anos (de 93 a 96), e todas as 11 faixas do disco foram bem executadas, um feito que poucos conseguiram. Ouça mais esse destaque: Ooh, Boy!. A maioria dos Singles conquistou inúmeros primeiros lugares nos charts da Europa e de todo o Mundo. 1997 foi um ótimo ano para todos eles também, mas em menor escala que os anteriores. Tudo culpa do famoso 'Taboo' de se tentar fazer com que os Singles sucessores fossem melhores do que os já lançados. O álbum novo chamado "One More Time", que tinha em seu conteúdo a faixa-título e a música I Wanna Come With You não foi capaz de cobrir o sucesso de "Another Night". Aos poucos a carreira meteórica de O-Jay e sua banda foi se acabando. Vanessa deixou o grupo para trabalhar em carreira solo, Lisa teve que dar um tempo para cuidar de sua gravidez, e O-Jay (se vendo sozinho na estrada) também acabou pulando do barco. Era o fim! Pelo menos dessa galera, porque em Abril de 98 um disco chamado "Love And Devotion" foi editado, trazendo uma ótima compilação dos grandes sucessos do 'Real', além de alguns Singles inéditos que ainda estavam por vir. Era a última cartada: uma tentativa de 'salvar' o sucesso da banda e mantê-la nos charts. E deu certo! Nos anos seguintes chegaram mais algumas composições, entre elas Pump Up The Jam '98 e It's On You (dois ótimos 'remakes'). Enquanto isso as vagas estavam em aberto, aguardando alguém que quisesse continuar os trabalhos dessa turma. Logo logo apareceu gás novo com os novos integrantes: Gabi, Jason e Ginger, que produziram, editaram e lançaram Hey Now em Fevereiro de 2000. A boa e velha Eurodance estava de volta! Com uma escala bem menor do que a antiga formação, o 'novo' Real McCoy marcou uma média de um Single lançado por ano. Em Novembro de 2001, um álbum com novos remixes de "Another Night" chegou às lojas dos Estados Unidos, e somente lá pra Outubro de 2002 mais um "Best Of" foi divulgado. Vale a pena lembrar que durante o reinado de O-Jay, muitos outros CD's foram editados, mas para venda em determinados países somente; foi o caso de "On the Move" e "Space Invaders (Alemanha '95), "The Remix Album - Another Night" (Canada '96), "One More Time" (Europa e Estados Unidos) e "The Best Of Real McCoy" (Japão). Essa é a trajetória mais do que vitoriosa de Real McCoy!!! É de dar inveja, não é?
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Everything But The Girl
Hora de se render à voz e aos "UK Magic Beats" de Everything But The Girl. Do Pop-Rock pro Dance, foi uma transição um tanto quanto difícil, mas Setembro de 1995 trouxe a consagração da versatilidade dessa banda. Foi quando um poderoso estrondo chamado Missing trouxe de vez a glória e o respeito às composições do EBTG. Apesar de 1996 ter sido um ano totalmente produtivo na carreira de cada um daqueles integrantes, ainda era preciso trabalhar mais e mais, e foi assim que o mais novo single chamado Wrong veio à tona. Em Julho de 99, o EBTG lança a Mega produção do DJ Deep Dish (sem comentários): The Future of the Future simplesmente abala as estruturas da House Music, numa mistura exuberante de pianos, efeitos e metais. O Single aumentou, e muito, os rumores de que um novo CD estaria por vir, pois a divulgação sobre essa música foi maciça!! E assim aconteceu, de fato, dois meses depois, o lançamento do álbum "Temperamental" em Setembro. Aliás, "The Future of the Future" foi a única faixa do disco que não foi produzida pela banda, e sim por Deep Dish, mundialmente conhecido por fazer remixes e produzir músicas para Madonna, entre outros cantores. Embora não participando da produção desse Single, os integrantes da banda supervisionaram tudinho!! Completavam a 'Track List' as maravilhsoas Temperamental (faixa-título), Hatfield 1980, No Difference e a perfeita Lullaby of Clubland. Por acaso você já parou pra tentar relembrar quantos anos essa galera está na estrada? Pois é, eles continuam apavorando, com balas que vão desde a época de Ouro com When All Is Well até os dias atuais, com o Drumm n' Bass de Before Today. É realmente de ficarmos impressionados, tamanha versatilidade e evolução dessa banda, pulando num toque de mágica do Pop pra Dance, da Dance pro House, do House pro Alternativo. Parabéns, EBTG!!! E que vocês continuem assim, nos presenteando com Singles cada vez mais perfeitos!!
Nicki French
Especializada em gravar "covers" assim como Andrew Sixty, a Britânica Nicki French é uma das várias vocalistas que caíram nas graças dos produtores Mike Stock e Matt Aitken. Eles fizeram com que Nicki ficasse mundialmente conhecida com a regravação de um enorme sucesso de Bonnie Tyler, chamado Total Eclipse of the Heart. Lançado em Fevereiro de 1995, o Single decretou mais um "Estado de Alerta" na Eurodance, pois estava surgindo ali uma nova sensação da World Music. Era só pegar a lista das músicas mais ouvidas na Inglaterra, e lá estava ela entre as 5 melhores. E o que dizia a Billboard, você se lembra? Nós lembramos! Dizia que "Total Eclipse of the Heart" era a segunda colocada numa lista de simplesmente 100 lançadas; e por mais 6 meses ela permaneceria por ali entre as mais executadas. Austrália, Canadá e Hong Kong foram outros países onde esse som figurou nas primeiras colocações. Logo em seguida, Nicki emplacou For All We Know, música que chegou às lojas no mês de Maio, trazendo na bagagem o 'compromisso' de fazer mais barulho do que a precursora. Mas o sucesso foi mesmo o esperado, e o fantasma do "Taboo" de se fazer com que os Singles seguintes fossem melhores do que o primeiro para que o fervor continuasse, ficou de pé! E quando a galera estava esperando um terceiro Single de trabalho, French simplesmente surpreendeu à todos com um CD completíssimo, detalhe, um mês depois! Pouquíssimas bandas faziam isso na época: lançar duas músicas e já apostar em um disco inédito sem trabalhar as outras faixas, mesmo porque a 'moda' Euro era justamente não divulgar vários trabalhos de uma só vez, afim de manter o nome do grupo na mídia por mais tempo. Mas Nicki, Mike e Matt pularam de cabeça e encararam essa idéia de frente, fazendo com que em Agosto Did You Ever Really Love Me? fosse consagrada por suas batidas de extremo bom gosto, seus graves muito bem destacados, além dos belos sons vindos de órgãos e corais. Esse som fez parte de várias coletâneas aqui no Brasil, sendo bastante executado nas FM's nacionais, e obviamente todos abraçaram o Single com a maior rapidez. Por muitos meses ele ficou nos charts, até que French tirou da cartola e começou a trabalhar Is There Anybody Out There?, Never in a Million Years e Secrets que também estavam no álbum (que levava o nome da última - "Secrets"). A cantora fez então pequenas turnês promocionais para divulgar os mais recentes Singles lançados, e assim as vendagens explodiram. Nesse meio tempo, entre 96 e 97, mais duas músicas novas e inéditas foram lançadas num álbum promocional de nome "Total Eclipse of the Heart". São elas: Heaven Is A Place On Earth e Stop In The Name of Love (outra excepcional regravação). O 'promo' ainda era composto de mais alguns remixes de "Total Eclipse", e isso acabou abrindo caminho para Nick French continuar na ativa, além de aumentar os rumores de que um outro disco inédito poderia ser divulgado em breve. Mas não foi o que aconteceu. Bons tempos se passariam até que a Britânica soltasse esse tão esperado CD, que veio precedido de sucessos inesquecíveis como Te Amo , Give it up Now e Best Thing in my Life. Isso já é em 1998, não perca as contas hein? risos! Esse álbum fez muito sucesso na Inglaterra, Israel e aqui no Brasil, mas já não era tão perfeito quanto às composições anteriores. Nicki trabalhou nesse CD por longos dois anos até lançar Don't Play That Song Again (Maio de 2000). Já em 2001 ela optou por relançar a faixa Te Amo (que aliás já havia ganho dois ótimos remixes). O mais legal de tudo é que nós Brasileiros é que recebemos o presente! A cantora simplesmente fez uma versão todinha em Português, e a lançou em Agosto, com direito à shows em terras nacionais, onde ela cantou seus grandes sucessos desde sua vinda ao mercado em 95, levando o público ao delírio. Uma de suas apresentações foi na cidade de Taubaté (SP) e contou com a presença de quase 6 mil pessoas (eu estava lá com certeza, risos, aliás trabalhei na organização e promoção desse show). "Te Amo" é o último registro de lançamentos feitos por Nicki French, essa loirinha simpática e guerreira. Poucos conseguem sobreviver tanto tempo assim, e ainda levando Eurodance da melhor qualidade pra galera dançar. Afinal de contas, French era perfeita, e merece o nosso destaque. Let's dance!!
Me & My
Esse é um dos casos que podem ser considerados inéditos na História da Eurodance. Curiosamente as irmãs Susanne e Pernille Georgi resolveram montar uma banda; bom, até aí nada com o que se admirar não é mesmo? Mas acredite, era uma banda de Dance Music! E foi através do Single Dub-I-Dub que essas Dinamarquesas despontaram para o sucesso em Setembro de 1995. Mais curiosa ainda foi a boa colocação do Hit, que chegou a Top 10 em Israel, fazendo com que o império de irmãos como "2 Brothers on the 4th Floor" fosse realmente incomodado. Se elas estavam vindo para ficar, ninguém sabia, mas uma certeza todos tinham: o Single era um arraso! Esbanjando sensualidade em dobro, e sabendo usar muito bem suas duas opções de vocais femininos, as garotas do Me & My aproveitaram o período de sucesso e investiram em mais uma ótima música: Baby Boy. Na mesma levada do antecessor, o Single detonou nas paradas Européias, originando pequenas turnês e batendo a marca de incríveis dois milhões de cópias vendidas. No verão de 1996 veio Lion Eddie, que teve uma ótima vendagem também, assegurando a dupla nos charts Mundiais. Juntamente com Waiting e Touch of Your Love (lançada apenas no Japão), saiu o primeiro disco de trabalho, chamado "Me & My". Em 97 elas levaram facilmente dois Discos de Ouro, referentes ao ótimo trabalho e à vendagem impressionante. A boa fase seguia até o ano de 99, quando o segundo álbum chamado "Let The Love Go On" não teve a mesma sorte, e as músicas de trabalho Loving You e Every Single Day não chegaram nem ao Top 10 em Israel. O jeito foi 'tocar o barco' aos poucos e pensar numa forma de voltar às paradas. No início de 2001 elas lançaram o terceiro CD da carreira, bem mais voltado para o Techno, mas sem deixar perder a magia única dos Euros. Flying High foi recebido com surpresa pelos fãs, que já desacreditavam em uma volta aos palcos. Susanne e Pernille estavam super felizes pois puderam coordenar toda a fase de gravação das músicas, desde a mixagem final até o primeiro exemplar disponibilizado nas lojas. Com certeza a recompensa por terem dado o melhor de si, viria em pouco tempo. Esse trabalho de acompanhamento rendeu o topo de vários charts, além de estourar nas chamadas "Club Play Lists" de inúmeros sites Mundiais. Principais destaques: La La Superstar (que trazia uma visão de como é ser famoso, afirmando que 'a vida de um pop-star não é como as pessoas nem muito menos os próprios artistas imaginavam'); Sleeping My Day Away (um cover de muita energia, que mostrava uma nova interpretação para a Dance Music); Fly High (carro-chefe; faz uma reflexão sobre 'como você encara a sua vida?'); e finalmente Can't Forget The Past (que evidencia uma relação tumultuada entre homens e mulheres, mostrando também o dilema de 'acreditar' e 'se decepcionar'). Esse foi realmente um super-álbum, do qual várias músicas foram executadas nas FMs ao redor do Mundo. Vamos agora para Abril de 2002! Me & My atacam de gravação latina, num ótimo mix com a Dance Music. Dessa mistura saiu Te Quiero, até então último Single lançado. Com certeza isso só serviu para aguçar cada vez mais os fãs, que lotaram o site oficial das irmãs com pedidos e mais pedidos de um novo disco. Bom, por enquanto elas não disseram nada, muito menos lançaram outros Singles de trabalho, ficando mesmo só em "Te Quiero". É uma pena que em 2003, nenhum trabalho foi realmente destaque... mas rumores dão conta de que um quarto álbum está para vir, e sabe-se que 'escrevendo' elas estão, mas enquanto essa confirmação não nos chega através de fontes seguras, a gente vai curtindo as músicas passadas dessa ótima dupla aqui no Good Times.
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Flip Da Scrip
Flip Da Scrip apavorando aqui no Good Times!! Falou em Charm Music, falou em I Never Told You, essa balada romântica fantástica que eles gravaram. Glaze e Cooly D. nos trazem muito Hip Hop, Underground, Funk e Disco em suas composições, mas impossível descrever a beleza dessa música. O ano é 1997. O som? Sim, parece e muito com More Than Words do grupo Extreme. Ouça com atenção a nova 'cara' da Black Music. Se você ainda não conhece o Flip, aí vai um conselho: é melhor pesquisar logo, pois é quase que inadimissível gostar de uma boa música e não conhecer Flip da Scrip. E mais! Leia ainda aqui no Good Times: tudo sobre Glaze e Cooly D; é só rolar a tela e passear pelo Blog, que você encontra uma matéria animal com eles. É a Holanda na área!!
Ice Mc
Ice Mc nasceu em 1965 em Nottingham (Reino Unido). Para os íntimos, Ian Campbell (seu verdadeiro nome), herdou várias características de seus familiares vindos da Jamaica, e numa verdadeira mistura de tradições, ele começou a impôr serus vocais em ritmos como o Reaggae e o Rap. Ele foi dançarino de um grupo de Break nos anos 80, e juntou forças para se lançar como cantor e DJ. E foi justamente mesclando todos esses ritmos com a batida memorável da Dance Music, que Ice Mc descobriu a fama. No final da década, em 1989, ele deu sua primeira caminhada rumo ao sucesso, ao conhecer o produtor Robyx, que resolveu investir no coitado e lançar o Single Easy. Numa ótima mistura entre Rap e Balanço, de cara eles acertaram um dos melhores mercados: o do Brasil! Por aqui essa música foi tema de vários comerciais e novelas, sendo destaque nas rádios e boates das grandes capitais. Mas isso não era nem 1% do que ainda estava por vir; Robyx e Ice Mc foram tão bem aceitos pelo público, que resolveram lançar algo no mesmo estilo para que o sucesso fosse então consagrado. E assim, um ano depois veio Cinema, Single em forma de álbum, ao qual remixes foram adicionados, e novas versões para "Easy", além de um Megamix animal! Claro, o Rap e o mesmo Balanço, trazendo nesse novo trabalho, uma brincadeira com nomes de grandes personalidades como Woody Allen, Eddie Murphy, Marylin Monroe, Sean Pean... Essa "brincadeira" rendeu 2 milhões de Singles vendidos e o passaporte definitvo para o estrelato. Turnês começaram a ser feitas, e depois de um ano, Robyx atacou com mais uma carta tirada de sua manga: ele apresentou a Italiana Alexia ao rapper, iniciando assim mais um projeto, o da Eurodance Music. Estamos em 1993! Alexia chega pra botar pressão e grava Take Away The Colour. Tentando se livrar dos batidões marcantes do Rap, e fugindo da ainda forte influência do Flash House, eles procuraram fazer um novo estilo de som. É aí que entra a Eurodance, com seus beats sujos, perfeitos, sua métrica rigorosa, e claro a imperdoável formação da tradicional 'dupla'. Não deu outra! Ice Mc flutuava 'sem dó' nos charts, vendendo milhares e milhares de cópias de seus Singles. Com o lançamento de Think About The Way em 1994, convites para participações em discos de outros cantores começaram a surgir. Com Double You ele gravou Rebel Rebel e Run To Me, e Alexia, Me & You. Eles já eram uma verdadeira fábrica de sucessos, lançando ótimas composições, fazendo a cabeça da galera e virando noitadas ao som perfeito de seus grandes hits. Outro Single foi lançado em Setembro de 94: It's a Rainy Day ainda com Alexia detonando nos vocais! Perfeita! Incontestável! Ela permaneceu no grupo até meados de 95, quando resolveu seguir carreira solo. Antes saíram Roussian Roulette, Dark Night Rider e Run Fa Cover, que fizeram espetacularmente a transição de 94 para 95, concretizando seu mais novo álbum chamado "Ice n' Green". Um super Megamix de quase 9 minutos também fazia parte do disco, que simplesmente apavorou! O sucesso do CD foi tanto (mais de 700 mil cópias vendidas), que ainda em 95 eles tiveram que relançar o disco, dessa vez todinho remixado. Tudo ia bem até que Ice Mc, já sem Alexia, tentou contratar mais um produtor para tocar o projeto com Robyx. Charlie Holmes bem que tentou, mas não conseguiu evitar os ciúmes de Robyx, que fizeram com que o precursor do sucesso de Ice 'pulasse fora' do barco. De contrato novo, mas amargando uma boa fase sem produzir, o rapper voltou à cena Dance somente no final de 96 numa parceria com o Masterboy (que estava indo de vento em poupa), lançando Give me the Light. O sucesso continuava, mas já não era a mesma coisa... Robyx fazia falta... Seu estilo único de escrever e produzir não conseguiu ser imitado pelos Alemães do Masterboy, que ainda tentaram algumas cartadas: mais um disco chamado "Dread Tour" (classificado como Ruim pela crítica) e estrelado pela nova vocalista Valentina Ducros, a música Music For Money (também de 96), e algumas participações do grupo em programas de televisão (Ice até se aventurou em dirigir algumas cenas de clipes e documentários diversos). Mas foi em vão, o reinado infelizmente chegava ao fim. Éh! Robyx faz falta... Nós só temos é que lamentar e guardar com carinho todos os Singles que essa galera lançou nesses 8 anos de estrada! Acreditamos que os que mais marcaram foram "Think About The Way" e "Take Away The Colour", que resumem toda a energia que eles nos passavam, num Mix muito bem feito entre a Dance Music, o Rap e o "Caribean Rhythm" de Ice. E você? Qual a sua opinião? Comente nos nossos links!! Vamos lá!!
General Base
Agora vamos contar um pouquinho da História dessa galera muito show que, por volta de 1990 veio à tona. Tudo começou quando um DJ alemão chamado Thomas Kukula literalmente cansou de seu trabalho monótono de Disc-Jockey e resolveu fundar uma banda para divulgar seus beats. Nascia aí a chamada "Base Geral", ou "General Base" pros mais íntimos. Passando de DJ a Produtor, Thomas fez o Single Apache em 1993, e o entregou às mãos, ou melhor, aos vocais da gatíssima Claudja Barry. Resultado: sucesso imediato! Mas o melhor ainda estava por vir; aperfeiçoando cada vez mais suas produções, Thomas acabou fazendo com que Claudja acontecesse no início de 1995, com a pérola I See You. Os anos de 96 e 97 também foram bastante produtivos; Kukula e Claudja entraram de cabeça nas novas tendências Mundiais: o Underground e o Hardtrance, emplacando a pancada Rhythm & Drums (1996) e a fantástica On And On (1997). É isso aí, onde quer que estejam, eles sempre abrem a "Base Geral" para a galera pirar!!
BG The Prince of Rap
Nascido em Washington (EUA), BG é um dos rappers mais versáteis do cenário musical. Foi em 1990 na Alemanha que ele ganhou o pseudônimo de "The Prince of Rap", onde viveu, produziu e lançou os principais Singles de sua carreira, sempre marcados por suas misturas consagradas entre Eurodance, Hip Hop e Freestyle; BG conseguiu ser original em meio à tantas bandas que pregavam o mesmo estilo, como Snap! por exemplo. Foi através dos produtores Jam El Mar (da dupla Jam & Spoon) e Stefan Benz (escritor), que BG adquiriu a experiência que faltava para lançar o seu primeiro trabalho chamado Rap To The World, que chegou a figurar entre os mais executados da Alemanha. Pontapé inicial dado! Agora era cair na estrada e começar a trabalhar para se manter nos charts. Em 1991 ele chamou algumas vocalistas para então finalizar o seu primeiro álbum: "The Power of Rhythm" saiu em Outubro e trazia 11 faixas, das quais nos identificamos com This Beat is Hot (que entrou facilmente no Top 20 Alemão), e claro com a faixa-título The Power of Rhythm (o famoso carro-chefe, que dispensa comentários). Ao longo dos anos de 92 e 93, BG encontrou uma forte influência da House Music (vindo direto na 'contramão'), e o jeito foi se adaptar da forma como ele podia, reeducando suas produções e colocando nas mesmas um pouco mais de Balanço. Mas a maior corrente mesmo foi, sem dúvida alguma a Eurodance! Ela chegou pra valer no finalzinho de 93, e fez com que o rapper editasse o Single The Colour of my Dreams, uma composição perfeita! Com um ritmo totalmente dançante e contagiante, a música nos brindava com órgãos e mais órgãos, e belos beats graves, somados aos inevitáveis vocais femininos. Resultado: a música atingiu mais uma vez em cheio o Top 20, só que dessa vez, Mundial, somando a lista das músicas mais lindas nesses 4 anos de Eurodance. Antes de conferirmos essa bala (na íntegra), não podemos deixar de relatar mais um CD lançado por BG em 1994. "The Time is Now" lhe deu o Feedback esperado, e a explicação para isso estava na cara: o sucesso inquestionável de "Colour of my Dreams". De forma alguma a galera deixaria de comprar o sucessor de "Power of Rhythm". Já em 1996 Stomp é regravada e estoura nas pistas da Europa, num estilo fino de se fazer o Rap, misturado às batidas do House. Quebra tudo!!
Planet Soul
E saiu de Miami (EUA) o som que tomou conta do Verão de 1996 aqui no Brasil. E nós do Good Times vamos entregar os responsáveis por essa anarquia toda, risos. São eles, o DJ e produtor George Acosta, a vocalista Nadine Renee, e o diretor artístico Gregory Homs. Acosta sempre gostou de Underground, cresceu fazendo mixagens! Mas tudo começou mesmo em 1995 quando ele resolveu apostar numa parceria com Nadine, e já melhor treinado e mais maduro para produzir, eles lançaram o Single Set You Free no mês de Agosto. Nascia aí o Planet Soul, que teria uma carreira meteórica e descaradamente copiada por Jocelyn Henriquez, Acid Factory, entre outros nomes da época, que não perdoaram e deram aquela 'chupinhada' básica nos beats invejáveis do Planet Soul. Eles emplacaram hits como Believe in Yourself, a famosa Feel The Music, e Look Into My Eyes, todos parte integrante do primeiro e único álbum lançado em meados de 96, chamado "Energy & Harmony", que ficou em evidência por um ano, tamanho sucesso. Imediatamente bandas como B-52's e Ultra Naté caíram matando em cima de George, e o contrataram para dar uma força em seus trabalhos também, fazendo remixes, beats novos e um House de dar inveja! Suas canções figuraram entre coletâneas e mais coletâneas em todo o Mundo, como por exemplo "Miami Beach Bass" (97) e "2000's Awake". Sem dúvida alguma a mais conhecida de todas foi Fever Express (1997), com um batidão que esbanjava graves e freqüências, muito bem equalizados. Excepcional!! Com toda essa fama conquistada por Acosta, pouco se ouviu falar do Planet Soul a partir de 1998; acredita-se que a banda tenha acabado, sendo que ele teria deixado Nadine para seguir em sua carreira de DJ, fazendo mixes para outros grupos (como ATB atualmente). Em 2001 ele remixou o Single Emotions, que deu origem ao CD "Next Level" lançado no ano seguinte. Cada vez mais Trance e independente, George Acosta segue na estrada fazendo parcerias e cuidando do seu mais recente disco: "Touched". This is the sound of the Planet!! The 'Planet Soul' !!
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Captain Jack
É, parece mesmo que a Alemanha e a Itália são as grandes responsáveis por quase todo o sucesso que a Eurodance fez. Muitos e muitos grupos se lançavam no mercado, sempre com propostas novas, e tentando um espaço na mídia. E no meio desses tantos se destaca uma dupla alemã de nome Captain Jack. Francisco Gutierrez, apelidado de ''Franky Gee'', e Liza Da Costa resolveram passar uma idéia no mínimo curiosa, a de fazer com que suas músicas fossem não só alegres, mas também excessivamente marcadas por batidas secas e definidas, como se sons de 'soldados marchando em um quartel' fossem ouvidos, misturados aos gritos do 'capitão' Franky. "Captain Jack" não queria guerra, e sim trazer muito amor e paz em suas letras; e com isso eles conquistaram muitos fãs ao redor do Mundo. Tudo começou em 1995 com a música Drill Instructor (Tell Me What To Do), uma das faixas do disco "The Mission". O sucesso foi imediato, e assim eles saíram em turnê por toda a Alemanha, fazendo o som do Verão de 96 por lá, até que lançaram mais duas balas! The General Captain Jack e Soldier Soldier. Permita-me fazer um pequeno adendo como DJ aqui nessa nota: "olha, eu nunca vi na minha vida tanta gente dançando, pulando e cantando as músicas do Captain Jack. Toquei por muito tempo no interior de SP, e lá eu tive essa oportunidade única de poder conferir mais de 3 mil pessoas por noite nas festas que eu fazia, todas elas delirando! Era realmente empolgante, porque toda essa energia era passada de uma forma muito doida da galera para nós, DJ's que estávamos lá em cima dançando também e fazendo aquela noitada tão animal. Foi inesquecível!". 1997 nos trouxe 'mais do mesmo', eles foram impressionantes em lançar Together Forever e Little Boy na mesma batida das outras, mas numa nova forma de se fazer a Dance Music, com uma outra letra, mas com a mesma sintonia com o público. O Remix então?? Sensacional!! Já "Operation Dance", segundo álbum, chegou ainda em 97 fazendo a febre aumentar com Holiday e Another One Bites The Dust, duas regravações imperdíveis, sendo a segunda do Queen. Eles estavam impossíveis! Infelizmente em 1999 a vocalista Liza deixou a parceria, sendo substituída por Maria Lucia Lozanes, que com seus 22 aninhos gravou Dream a Dream, novo Single de trabalho. Bom, esse som não rendeu tantas vendas assim, mas assegurou ainda a permanência nos charts. A partir daí eles notaram que era preciso mudar mais ainda, procurar novas formas para manter o seu público e reconquistar a galera perdida. Surgiu então a idéia de se chamar outras bandas que não fossem do mesmo segmento para gravar algo mais alternativo e 'fugir' um pouco da mesmice, afinal de contas tudo que é bom dura pouco, não é mesmo? Os primeiros a gravarem ao lado da dupla foram os Gipsy Kings, de onde saiu o Single Get Up. Os resultados não foram muito animadores, e logo mais em 2000, Lozanes também saiu do grupo, dando lugar à Illi Love, que então botou a cara pra bater junto à Jack, na turnê do álbum "Top Secret", onde encontramos as músicas Only You, Hi-Ho e Oh La La La. Em 2001 eles lançaram Iko Iko e Say Captain Say Wot. É uma pena, mas o álbum "Top Secret" teve uma péssima aceitação da galera, colocando um ponto final nas esperanças da dupla em investir e tentar voltar ao topo dos charts. A solução então foi cair na Techno Music e mandar ver em mais uma parceria, desta vez com DJ Otzi. O resultado foi agradável, e eles voltaram a sentir o gostinho de figurar entre os primeiros lugares no Top 100 Europeu. Captain Jack teve pouco tempo de trabalhar na divulgação de seu mais recente disco, "Party Warriors", pois infelizmente problemas de saúde o impediram de seguir em frente. Hoje, dia 21 de Outubro de 2005, temos a tristeza de informar a você, internauta, que nosso querido Jack veio a falecer, fruto de um colapso que resultou em um coma, sofrido em uma de suas apresentações na Espanha. Ele morava com sua esposa e seu filho, também de nome Francisco. Mesmo antes, com sua saúde debilitada, Jack sempre lutou pelo que quis, e amava o que fazia, levando a todos a História de um bravo general, que gostava de fazer boa música, pregando energia, amor e muito bom humor como fontes principais para viver feliz. Ele tinha 43 anos! Que Deus esteja contigo, Franky! Você vai fazer muita falta por aqui!
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Captain Hollywood Project
A banda teve origem no final de 1991, mas vamos voltar um pouquinho para entender melhor "de que papel" saiu esse projeto. Em meados de 90, um Rapper chamado Tony Dawson batizou o codinome 'Captain Hollywood', e com ele divulgou o seu primeiro CD em carreira solo, chamado "Do That Thang". Infelizmente seu som não conquistou a Europa, e ele não obteve um 'feed-back' animador (o tombo foi considerável). Mas Tony não desistiu, procurando então idéias novas para compôr um segundo álbum. Era evidente que se ele não acertasse dessa vez, seria melhor largar a carreira à perder mais grana. Noites e noites se passaram até que em meados de 1993, Dawson teve uma ótima 'sacada'. Se o seu Hip Hop não era adequado para o mercado, e sim a onda iminente de Dance Music, o jeito foi redefinir seus novos rumos, mudando os beats e fazendo uma parceria com alguma vocalista que comprasse essa briga. A primeira a aceitar foi Nina, a mesma de "The Reason is You". Nasciam aí a histórica More and More e o grupo Captain Hollywood Project. Sem pestanejar, a Europa abraçou o belo Hit, dando uma trégua ao 'Rap de cara nova' e melhor produzido, além das batidas perfeitas da Eurodance. Tanto nesse Single como em Only With You, próxima música de trabalho, predominaram os teclados e o alto e bom som de Nina. A fama começava a bater às portas da dupla, e com ela o famoso "gás" que eles precisavam para produzir mais e mais coisas boas. A parceria com Nina rendeu o CD "Love is not Sex", e a maravilhosa All I Want, um Balanço sem igual entre pianos e um novo tom escolhido pelo Rapper para dar o seu recado. Com seu estilo Pop Dance, o Hit conquistou de vez a terra Natal, Alemanha. Já em 1994, Impossible chegou às lojas causando uma verdadeira febre! Em versões animais, a música invadiu rádios e Nightclubs aqui no Brasil. O sucesso foi tão grande que a banda resolveu 'tirar umas férias', e somente no ano de 95 eles lançariam mais um disco: "Animals or Humans". Nina, que já vinha trabalhando Singles desde o final de 94, resolveu assumir de vez a sua carreira solo, fazendo com que o público sentisse (e muito) a sua falta. Mesmo assim, a nova vocalista chamada Petra 'segurou a onda' e entrou bem no projeto, emplacando com o Rapper o som Flying High. Essa verdadeira bala chegou com Bpms bem acima do normal, e ligeiras mudanças feitas nos teclados mágicos (agora mais marcantes e tendendo à Techno Music). Impossível não estourar! No ano de 1996 eles lançaram Over And Over, The Afterparty (faixa-título de mais um ótimo CD), e Love And Pain, três mega-sucessos que dominaram a crescente cena Techno por aqui. Captain Hollywood Project foi uma das bandas mais conhecidas da Eurodance (talvez nem tanto pelo nome, mas sim pelo som empolgante que eles faziam), atingindo Tops e mais Tops nos charts da Alemanha e toda a Europa. O reinado chegou ao fim em 2001, quando o Single Danger Sign não chegou a vender nem mil cópias, infelizmente. Falemos então da ótima fase em que viveu o Captain Hollywood Project, os anos de 93, 94 e 95, dos quais escolhemos um Single que merece todo respeito do Mundo: Rhythm Takes Control, lançada em 93 logo depois de "Only With You". As batidas lembram muito o som do saudoso Inner City e suas "Good Life" e "Big Fun", que abriram a Década. Dessa vez o show ficou todo por conta de 'Tony-Hollywood', que mandou ver sozinho nos vocais, sem a voz maravilhosa de Nina. É o Good Times matando sua saudade!!
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Neja
Neja nasceu em Turim na Itália, e tem 28 anos atualmente. Suas influências durante a adolescência foram o Jazz e o Gospel, mas foi na Dance Music que ela encontrou o sucesso. Tudo começou em 1996 quando ela lançou a música Restless, seguida de uma outra chamada Shock. Essas foram as duas canções que empurraram Neja para as paradas Italianas. Em menos de um ano esses trabalhos fizeram da cantora uma das mais famosas da cena Dance Européia. Ela lançou em Abril de 99 seu primeiro CD, puxado pela dançante The Game, abrindo uma série de shows e prêmios recebidos em toda a Europa. O álbum levava, claro, o mesmo nome do Single, tamanha confiança colocada em uma música tão perfeita como essa (não poderia ser diferente). Tudo o que há de melhor na Dance Music, entre beats que lembram "Restless" e "Shock" (seus primeiros sucessos), até uma atraente mistura entre o Pop e o Dance, você encontra nesse CD. Fairytale e Mum's Day são os melhores exemplos desse ótimo casamento. Um CD-ROM com entrevistas, fotos e alguns clipes completa o álbum. O relançamento de "Fairytale" em versões exclusivas e inéditas, marcou a entrada de 2000 aqui no Brasil. Mais uma vez Neja seria alvo dos DJ's de plantão. Meses depois os beats de Singing Na Na Na foram lançados para o nosso delírio. Conhecemos vários remixes, entre eles um Latino, um Dance, a tradicional "Club Mix", a "The Original" e a "Cuban Cut", que detonou com seus acordes de trumpetes. Em 2001 Neja abraça mas uma vez o Mundo com Time Flies, e chega cada vez mais moderna e dançante a 2002, bombando com a fantástica Back 4 The Morning, lançada por aqui na mesma semana em que os EUA também reconheceram o poder de fogo afiado da cantora. Com um sucesso absurdo em terras Brasileiras, esse som fez parte de várias coletâneas, tirando e muito a galera do chão. Para fechar o ano com chave de ouro ainda teve mais um Single: Looking For Something abalando geral! Esse ano Neja deve lançar mais um álbum, o segundo de sua carreira, e nós ficamos aqui no aguardo pois até agora ela não teve a moral de nos decepcionar apresentando um produto de baixa qualidade. Todos são excelentes!!
M' People
1991, Manchester, Norte da Inglaterra. Do mesmo lugar de onde saíram New Order e Simply Red, saía também a mais nova sensação do Soul e da Dance Music: M'People! Com uma idéia na cabeça e um estúdio de gravação nas mãos, Mike Pickering (DJ), se uniu a Paul Heard (que já trabalhou em outras bandas também), e começaram a produzir algumas músicas, mas havia um problema: quem cantaria essas músicas? Aí entraria então a voz mágica de Heather Small, que em sua primeira experiência junto aos novos companheiros, fez Color My Life em 1991. Com um sucesso totalmente imprevisível, a música invadiu os charts da Inglaterra e permitiu que o grupo acreditasse mais em suas composições. Em breve estaria nas lojas do Mundo todo o CD "Northern Soul", trazendo o que havia de mais nobre em Soul Music, em misturas entre Dance e R&B, com faixas de arrepiar! Não teve pra ninguém: "Northern" levou fácil o título de Melhor Disco do Ano de 92, e acabou sendo relançado com uma 'Bonus Track' chamada How Can I Love You More?. Logo em seguida no ano de 1993, chegava mais um CD ao mercado. Esse sim faria com que a carreira do M'People fosse não só expandida para todos os Estados Unidos, mas também precocemente eternizada. "Elegant Slumming" trouxe pérolas como Moving on Up que foi o carro-chefe do disco, depois One Night In Heaven e seus remixes maravilhosos, e claro a 'sem-educação' Don't Look Any Further, um som totalmente clássico e charmoso. "Bizarre Fruit", terceiro álbum dessa galera, veio em 1994 arrebentando tudo, sempre 'misturando' o Dance com a Soul Music. Desse trabalho ficaram ativas nas paradas Mundiais os Singles Sight For Sore Eyes, Open Your Heart e Precious Pearl, permanecendo num total de dois anos e meio entre as 50 mais tocadas nos Estados Unidos, e na semana de lançamento entre as 20 mais executadas nas rádios. O Verão de 1995 começou bem aqui no Brasil, com o lançamento de "Bizarre Fruit 2", nada mais nada menos do que uma nova edição do anterior, mas em um limitadíssimo número de cópias, ou seja, raridade na área! Ele era Duplo! Sim! Trazia músicas novas e ainda de quebra versões ao vivo e remixadas dos principais sucessos já lançados pela banda. Durante uns bons meses o M'People ficou reunido para então definir qual seria a sua próxima investida, a próxima estratégia para gravar mais um álbum. Continuar com a Soul Music? Voltar mais pro Dance? O que fazer? Bom, depois de um considerável tempo pensando, os resultados começaram a aparecer. Eles preservaram as raízes do R&B e aceleraram pouco mais o beat, o suficiente para que os riffs de guitarras da perfeita Just 4 You abrisse o que seria mais um belo disco, chamado "Fresco", que trazia uma verdadeira explosão de ritmos. 'Experimentar' foi a palavra mais ouvida das bocas dos críticos, e foi a pura verdade, o M'People testou várias batidas, desde metais até os primeiros passos do Drumm'n'Bass, e tudo foi muito bem aceito. As que mais marcaram essa época foram Fantasy Island e Angel St.. Duas turnês e o lançamento de "The Best Of M'People" rechearam os anos de 97 e 98, e também deram o sinal de que a banda poderia estar acabando. Além dessa coletânea, eles adicionaram (como era de costume) 3 músicas novinhas em folha, e entre elas estava o Balanço de Dreaming, que estourou mais lá fora do que aqui no Brasil, onde infelizmente poucas rádios nacionais tocaram esse som, tendo em vista que no final de 98 o país atravessava uma forte e nojenta onda de Axé e Pagode (Urgh! total), o que fez com que a maioria das FMs que tocavam a chamada 'música chique' virassem a casaca e começassem a desvalorizar o pouco que chegava de bom por aqui, ganhando dinheiro despudoradamente com essas drogas que somente o Nordeste sabe como nos brindar. 2000 foi o ano em que Heather Small preferiu seguir novos rumos, entrando em estúdio sozinha para gravar e lançar o seu primeiro álbum solo, com ótimas músicas e claro, seu vocal poderosíssimo, que sempre é destaque na mídia. Grandes nomes como Pete Vettesse e Simon Climie também deram sua contribuição participando das gravações desse disco. Nós do Good Times elegemos como melhor composição do M'People, o Single "Dreaming" (Novembro de 98). E você o que acha?? Comente nos nossos links espalhados pelo Blog. Inclusive aqui embaixo tem um :-)
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The Smiths
Good Times falando agora desses quatro "Garotos de Manchester", integrantes do The Smiths. Tudo começou em 1982 quando John Marr e Morrissey fundaram a banda. Logo depois vieram Mike Joyce e Andy Rourke para completar o grupo. Suas aparições sempre foram esporádicas ao longo de toda a carreira, conservando um certo 'suspense' e tendo como alvo principal a comunidade jovem. Hand in Glove foi a primeira música a chegar, caindo como uma luva nas paradas Britânicas. Com This Charming Man em 83, e um disco bombado em 84 chamado "The Smiths", eles abriram caminho para a fama, fazendo História na Wave Music Mundial. Logo, uma multidão de fãs já tomava o partido de Morrissey, e críticos aclamavam seu trabalho concedendo o título de 'Best Seller' a esse álbum, que chegava 'de mansinho' para ficar na memória de todos. Uma balada romântica de nome Heaven Knows I'm Miserable Now adicionada da rápida e gostosa William it was Really Nothing, fecharam o ano de 84 em grande estilo. Já em 85 veio o segundo grande trabalho; puxado pela fantástica The Boy With The Thorn in His Side, o disco estreiou 'de cara' no Top 10 dos mais vendidos na Europa. Ainda vieram Panic e Ask em 86, e com elas mais prêmios, fama e delírio dos fãs, rendendo mais popularidade ao The Smiths. Quem deu o show em 87 foram as balas Shoplifters of the World United e Sheila Take a Bow. Mas nem sempre tudo são flores; John Marr optou por deixar a banda em Setembro de 87. Morrissey, que já vinha sonhando com uma carreira solo, recebeu aí então o impulso que ele precisava para tirar a idéia do papel. Decorrente do sucesso absurdo que o grupo conquistou, ele veio embalado e já lançando álbuns ao vivo, vídeos e fazendo mais História. Duas músicas chamaram atenção de todos, elas eram excepcionais: Suedehead e Alma Matters, hits muito bem recebidos pelos fãs, apesar da angústia dos mesmos de não poderem mais ver o ídolo ao lado dos outros integrantes do Smiths. Assim, eles colocavam um triste ponto final em seu meteórico Release, mas mesmo assim ainda foram imortalizados com coletâneas e um ótimo disco ao vivo chamado "Rank", gravado na turnê de "Queen is Dead". Outras raridades foram relançadas com remasterização perfeita, como vídeos, livros e fotos, fechando a década de 90. Em 2001 saiu mais um ótimo CD: "The Very Best Of", que pelo título já diz tudo, basta ouvirmos There's a Light That Never Goes Out e dispensar os comentários. Essa é apenas uma pequena parte da História dessa banda, que na opinião do Good Times, foi a melhor da Década de 80!!
Flip Da Scrip
Vamos falar um pouco mais do Flip Da Scrip, nome que 'manda' até hoje na cena Charm Mundial. Nascido no início da Década de 90, esse duo Holandês formado por Glaze e Cooly D. nos trouxe uma combinação fantástica entre diferentes influências musicais como Hip Hop, Charm, Underground, Funk e Disco. Nada se compara ao som de Flip Da Scrip! Com efeitos metalizados e vocoders impressionantes, surge o primeiro Single de trabalho, Throw Ya Hands in the Air em 1992 (que logo renderia vários remixes, resultado do grande sucesso emplacado pela dupla). Outros trabalhos vieram mais tarde, mas sem dúvida alguma, a melhor fase de Cooly D. e Glaze ainda estava por vir com o lançamento do álbum "Confusion" em 1995, que consagrou 8 das 13 composições desse disco. Entre elas estavam You To Me e Hey Now, que abriram as portas da fama para o Flip; uma nova versão de Throw Ya Hands in the Air, as baladas românticas Lay Down e Such a G, juntas da poderosíssima Everybody Funk Now levaram de vez a banda ao estrelato. E o mais importante, eles souberam como trabalhar na divulgação desses Singles, estendendo o sucesso por todos os anos de 96 e 97. Foi quando fruto de muito trabalho saiu mais uma pérola: a soft I Never Told You, que dominou as FMs e foi tema de novela aqui no Brasil, tendo como característica principal a base de "More Than Words" da banda Extreme. De acordo com uma pesquisa feita via e-mail, nossos Internautas constataram que o destaque é mesmo "You To Me". Aliás, diga-se de passagem, a briga foi pesada, pois "Everybody Funk Now" perdeu por apenas 6 votos!!
Jhonny Z
E tem mais Charm Music no Good Times! O som Back in The Dayz de Jhonny Z. Estamos no segundo semestre de 1997, e nessa mesma época o Soul de Zhané em "Request Line", além de muitos outros lançamentos, agitavam os Charts de R&B pelo Mundo. Jhonny lançou pouquíssimos trabalhos, e entre eles, esse é o que mais se destacou. "Back in The Dayz" fazia companhia para "Fall Into My Love" do Black Box, "Real Love" de Driza Bone e "Good Lover" do D-Influence (que também fez um remix show de "Rock With You" com Michael Jackson, fantástico!). Aqui no Brasil, Jhonny Z teve seus trabalhos divulgados pela poderosa SpotLight Records, que sabia muito bem como divulgar sua boa música. Seus melhores Singles eram os de Dance Music e Charm. Som de responsa, entregue por uma gravadora de responsa!!
Serena
Serena foi uma das grandes revelações da Euro Music no ano de 95! Com Ridin' High, ela garantiu presença nos vários charts da Europa e Estados Unidos. Aqui no Brasil ela também foi bem, seu Single foi convidado a integrar várias coletâneas que estariam para ser lançadas nas férias de Julho. Sem dúvida alguma ela conquistaria o título de "Sensação do Inverno" em Campos do Jordão. 'Black 4 White', 'Fourteen Fourteen', 'Netzwerk' e 'Andrew Sixty' também levantaram os canecos de "Single do Ano", em uma pesquisa realizada com os freqüentadores da nossa 'Suíça'. Em sua juventude, Serena parecia gostar de estudar, mas acredite você, ela acabou largando da escola aos 16 anos e resolveu se tornar uma cantora profissional. Começou como dançarina em 92, e logo fez parte de uma banda de Soul Music como Backing Vocal, por três anos. Foi quando a sorte bateu à sua porta e lhe apresentou os produtores Mike Stock e Matt Aitken, que admiraram o seu talento e graciosidade, e decidiram lançá-la no Mundo da Música em carreira solo. Logo no início de 95 eles a levaram para Londres, onde escreveram e produziram Ridin' High. Lançado em Abril, pelo mesmo selo de "Total Eclipse of The Heart" da cantora Nicki French, a música chegou arrebentando em um 12'' de arrepiar! Prato cheio para os DJ's e para as rádios, que metralharam a música várias vezes ao dia. Curiosamente, Serena resolveu fazer um 'mix' em suas apresentações, com um pouco de cantoria e um pouco de dança. Sucesso total. Durante dois anos ela ficou curtindo a fama desse grande lançamento. Somente no começo de 1997 é que ela foi dar continuidade às suas gravações, detonando em Dennis, que também figurou um bom tempo nas paradas e fez parte de mais algumas coletâneas. A faixa era bem diferente da primeira, mais Dance. Trazia beats mais rápidos, alguns efeitos nos vocais e não mais a participação masculina que fez o duo com Serena na primeira gravação; o que mostrou que a cantora era realmente muito versátil. Carreira curta, mas muito proveitosa!! Atualmente essa gata tem 29 anos :-)
Dario G.
Vamos falar de 'Dario G.', essa banda formada por três grandes amigos vindos do Norte da Inglaterra. Tudo começou com Paul Spencer, Scott Rosser e um pequeno estúdio de gravação na casa de Paul em 1995. Mais tarde eles conheceriam Stephen Spencer, e juntos lançariam o primeiro Single: Sunchyme em Setembro de 1997, o qual venderia mais de dois milhões de cópias na Europa. Por aqui, esse foi com certeza um super Single; esbanjava ótimas vibrações. Foi também o som de todo o Verão de 98, incendiando as pistas com sua mistura de Dance e Carnaval, pianos e órgãos. Descoberto o caminho para a fama, eles atacaram mais uma vez no estilo 'Festa e Folia', aumentando seu reconhecimento na Copa do Mundo de 1998 com a música-tema Carnaval De Paris (ainda na Copa de 2002 mais remixes foram lançados e muito bem aceitos pelo público). 'Dario G.' já dominava tudo e todos! Paul, um simples professor de música, que adorava carros antigos, beber, fumar e dormir, jamais imaginaria que seus acordes pudessem ir tão longe assim. Em tempo, essa galera lançou mais uma porrada: Sunmachine, faixa-título da primeira recompensa por tantos meses de luta, um CD bombado (outra surpresa que viria a explodir por aqui no Verão de 99). Com esse álbum, a música Voices começou a tocar em Fevereiro de 2000 e acabou ganhando um forte espaço na mídia e nos 'cases' de grandes DJ's da Dance Music; os vocais ficaram por conta de Vanessa Quiñones. Be My Friend foi mais uma que usou e abusou nas boates. Com o Verão ainda a pleno vapor, os integrantes do 'Dario G.' receberam a maravilhosa e loiríssima Ingfrid Straumstoyl, que passou a integrar a banda, dando uma força na parte administrativa e ainda detonando com seus backing vocals. Um segundo CD chegou às lojas: "In Full Colour" revelou novos beats para o Single Dream To Me da banda Cramberries. Dos vários remixes lançados, os méritos ficam para a versão "Airscape", a mais empolgante!
Counting Crows
A galera roqueira do 'Counting Crows' batizou a banda em meados de 1989 quando o cantor Adam Duritz e o guitarrista David Bryson baixaram em San Francisco, atacando de pequenas apresentações acústicas em barzinhos da região. Logo mais, Matt Malley, Charles Gillingham e Steve Bowman se juntaram à equipe, que se lançou no mercado tocando o bom e velho Rock dos anos 70.
Foi quando em 1991 eles tiveram sua primeira chance real de sucesso, gravando uma pequena fita demo com músicas para serem entregues às gravadoras locais. No meio delas estaria a mais especial e memorável de todas até hoje: Mr.Jones. E foi com esse som que os caras fizeram alarde total na região da Califórnia; o Single foi tocado pela primeira vez ao vivo em Fevereiro de 1992 e logo invadiu todas as FMs do Estado, ganhando futuramente o restante dos Estados Unidos e permanecendo quase 100 semanas nos charts Mundiais.
Logo um primeiro CD de nome "August and Everything After" foi lançado em Julho de 93, e mesmo tendo perdido um de seus integrantes (Steve Bowman, que deixou o Counting para formar a banda Third Eye Blind em 94), essa galera continuou trabalhando e acabou por nos apresentar em Outubro de 96 mais um disco: "Recovering the Satellites". Após este, outros 3 ainda vieram, o mais recente lançado dia 9 de Julho de 2002, consagrando os rifs animais de American Girls, Butterfly in Reverse e Black and Blue. Com um belo 'Feed Back' que durou até o final do ano, os caras entraram 2003 arrebentando numa super parceria com a Diva-Pop Vanessa Carlton, em Big Yellow Taxi, música que foi muito bem nas paradas Americanas, e até hoje ainda ocupa uma ótima posição em vários outros Charts. Os caras continuam na ativa mandando muito som de qualidade pra galera, e quem sabe, novos álbuns podem ser lançados em breve.
Cassiel
Cassiel também pode ser considerado um verdadeiro milagreiro, pois conseguiu o sucesso com apenas um único Single lançado até hoje: Day After Day. Entre os poucos nomes que obtiveram esse feito, Cassiel apostou em duas versões para essa música: a primeira vem de Agosto de 1996, e levava o que a Euro Dance tinha de mais raiz, batidas lineares e ótimos pianos; a outra (que veio um ano depois) era mais 'Balanço' do que Dance, e com seus saxofones e freqüências acabou sendo a versão mais consagrada pelo público. Bom, as duas versões são nota dez, mas nós do Good Times preservamos a boa e velha Dance Music, e optamos pela original, o primeiro Single. E você, o que acha? Conhece o som de 'Cassiel' ?? Deixe seus comentários em nossos links espalhados pelo Blog :-)
Temperance
O Temperance é um grupo que tinha por característica um estilo mais dinâmico de se fazer músicas; são dele os sucessos Christmas Time e o remix de Forever Young (original da banda Alphaville), todos com 'BPM´s' altos. Eles chegaram até os principais DJ´s do Mundo no ano de 1995 quando lançaram a maravilhosa Let Me Take You Away, que trazia uma levada simplesmente marcante, beats e vocais femininos misturados aos rifs de um ótimo 'mano do Rap'; realmente um 12'' de arrebentar! Já 1999 foi o ano de Hands of Time, chiquérrima, que chegou logo de cara fazendo uma viagem e tanto ao começo da Década, anos de 92, 93, quando M' People, Maxx e Regina lançavam o que havia de melhor em Flash House e Dance. Um pouco menos rápido, esse som obedece muito mais ao Dance do que o House propriamente dito, em virtude da evolução dos beats e do ano em que ele foi lançado. Uma combinação que resultou em um Single de arrebentar!
Mark & Michael
Mark and Michael são o maior exemplo de artistas que surgem 'do nada' no cenário da Dance Music, gravam um puta de um Single maravilhoso, e depois somem sem deixar rastros! Junto a eles temos "Definition of Joy", o projeto "Stephano Secchi" entre outros. Mas não tem importância, nós agradecemos a contribuição desses caras numa boa e desejamos que um dia eles voltem à ativa ou ainda que produzam outras bandas em projetos cada vez mais voltados para o Flash House... Ah, você quer saber que Single único é esse? Ok, nós respondemos: Get Me Moving, lançado em Novembro de 1997. Caso você encontre esse som perdido em algum lugar, recomendamos também que o ouça no talo!!
Netzwerk
Produzido pelo Mega time da empresa DWA (Dance World Attack), o Netzwerk chegou rapidamente aos primeiros lugares nas paradas Italianas com a regravação do sucesso Send Me An Angel em 1991, transformando essa balada soft em um Dance de quebrar o quarteirão! Os produtores apostaram na voz mágica de Sandra Chambers e não se deram mal não, pois ela já havia participado de vários projetos, e os beneficiou com um ótimo 'feedback' para o grupo. Com o sucesso expantoso dessa regravação, a galera caminhava tranqüilamente pelas paradas Mundiais. Os shows eram cada vez mais constantes na vida do grupo. Mais um trabalho de 'responsa' chamado Breakdown chegou às lojas em 1993, reforçando a qualidade de Sandra. No ano seguinte, as portas para a fama ficariam escancaradas de vez, quando uma explosão chamada Passion chegaria às lojas em Dezembro, fechando 94 em grande estilo. Passados 3 meses, chegava mais uma ótima música: Memories, o que acabou aumentando rumores já iniciados no Single anterior, de que não se sabia quem era o vocalista, ou a vocalista desses últimos dois trabalhos. Nomes como Marco Galeotti, Lorenz D. e até mesmo Simone Jackson foram os mais citados; nós por aqui não sabemos ao certo quem era o dono da voz desses Singles, pois Lorenz D. também seguia carreira solo e chegou até a lançar uma música na mesma época em que "Passion" foi editada, fazendo shows com o Netzwerk para promover o trabalho paralelo. Bom, confusões à parte, mais uma bela composição do grupo ainda foi lançada, isso em 1997. Dreams foi produzida com efeitos de vocoders e altos rifs de guitarras, seguindo uma linha mais alternativa, numa misturéba entre 'Balanço' e Dance Music. Essa galera com certeza é uma das nossas preferidas no Good Times! Saindo novidades, nós estaremos divulgando por aqui.
Mesopotamia
Eles fizeram os seus 'pés-de-meia' com a música Vafancullo, lançada em 1995. Com certeza você já deve ter dançado muito e ouvido alguém cantar 'isso' na sua orelha altas horas da madrugada (e você querendo dormir, risos), não é mesmo? Calma, o Good Times esclarece para você: o grupo se chama Mesopotamia. Atualmente não é de se espantar que a maioria das rádios que abominam a boa música (cerca de 98% no país) não toque mais esse Single; mas os DJ's de plantão continuam a todo vapor como se o mesmo fôra lançado há dias. A galera do Mesopotamia gravou ainda a música Show Me Your Body em Abril de 96, uma Dance Music de arrepiar que trazia vocais impressionantes, pianos e uma batida simplesmente de levantar o astral de qualquer pista ou pessoa. Eles atacaram de regravação um ano depois com o hino Moonlight Shadows, que competiu com "Turn Back Time" do Aqua e "Di Da Di" de Maria Montell. Infelizmente esse trabalho não foi dos mais felizes, com uma presença pouco marcante na mídia em 97. Pump Up The Volume!! Esse é o som do Mesopotamia aqui no Good Times!!
Masterboy
O grupo Alemão Masterboy despontou para a cena Dance em Janeiro de 1990 com a música Dance To The Beat. Rapidinho suas batidas ágeis e marcantes, porém semelhantes às de Culture Beat, conquistaram a todos. Em 90 ainda veio o Single Shake It Up And Dance, seguido de I Need Your Love de 91. Já era o bastante para que os fãs pedissem um CD completinho; e então Tommy Schleh, Enrico Zabler e a vocalista Trixi Delgado responderam com "The Masterboy Family". Já em 92 veio Keep On Dancing, uma balada forte com beats radicais, que alavancou o sucesso da banda. Mais tarde, eles lançariam grandes trunfos como as mágicas Fall In Trance, Everybody Needs Somebody e I Got to Give it Up, ambas de 1993. Com o enorme carinho das pessoas e com suas letras na ponta da língua de todos que passavam nas ruas, a família Masterboy resolveu fazer parcerias com outras bandas que estavam crescendo, exemplo disso eram ''Pharao'', ''Stay C'' e ''Twenty 4 Seven''. Em 1994 foi a vez de Feel The Heat of the Night abalar as pistas com teclados de arrepiar, muito mais Techno. Esse foi apenas um ano precursor do sucesso que ainda estava por vir. No mês de Novembro, o Single Is This The Love nos mostrou uma batida mais arrojada e com uma maior expressividade. Hits como "Luck" do 'Sin Club' e "I Swear" de 'Bill Power" estavam nas paradas também, mas incrivelmente o Masterboy sempre ia para o outro lado, mais agressivo, pontuado, com vocais e efeitos mais voltados para um Techno cada vez mais firmado no mercado Mundial. Essa música atravessou o Verão de 95 batendo muito alto por aqui, claro que bem acompanhada de novos lançamentos como Generation Of Love e Anybody (Movin' On) que fizeram a galera passar mal de vez. Nos anos seguintes vieram mais e mais lançamentos, mantendo sempre a ótima qualidade. Já são 7 CD's lançados, sendo 1 ''Best Of''. Seus trabalhos mais recentes são Ride Like The Wind (2001), I Need a Lover (2003), e atualmente o belo Remix de Feel The Heat Of The Night, que saiu no finalzinho de 2003 e está segurando bem as pistas em 2004. Com certeza eles ainda tem muita lenha pra queimar. E nós, muito gás pra curtir e dançar todos esses sucessos, e os que vêm por aí.
2 Brothers On The 4th Floor
Tudo começou com uma brincadeira dos inocentes irmãos holandeses Bobby e Martin Boer, dando vida a ritmos e inventando sons dentro do pequeno quarto onde eles moravam. De tanto brincar e insistir em seus sonhos, finalmente em 1990 as coisas começaram a dar certo para eles, quando o Single Can't Help Myself foi admiravelmente aceito pelas rádios holandesas, transformando-se numa mania nacional! E foi com a chegada do MC Da' Smooth Baron, do vocalista Gale Robinson e da voz maravilhosa de Peggy ("The Duchess"), que o 2 Brothers On The 4th Floor nasceu. A partir daí, todas as suas músicas foram gravadas em estúdios High Quality, foram produzidos sucessos como Never Alone (que abriu o ano de 1994 virando as pistas de cabeça para baixo), Dreams (de Julho do mesmo ano) e Let Me Be Free (ainda em Outubro). Em 1995 e 1996 eles lançaram Fly (Trough The Starry Night), Come Take My Hand e Fairytales, que ficaram várias semanas nos Charts ao redor do Mundo. Atualmente, os Singles Wonderful Feeling e Stand Up And Live são os últimos que foram lançados pelos "Irmãos do Quarto Andar".
Andrew Sixty
Andrew Sixty nasceu na Alemanha, mas sua banda têm a origem do forte mercado Italiano. Ele ficou famoso por regravar e remixar grandes sucessos da década de 60, como seu próprio nome já diz. Com batidas semelhantes às de Corona, Alexia e Double You, porém muitíssimo bem divididas entre o Pop, o Garage e o Dance, Andrew lançou seu primeiro trabalho chamado Oh, Carol! em Agosto de 1994. Essa regravação ficou perfeita e ganhou também um novo remix com os beats invejáveis de "Sweet Dreams" do La Bouche. Sixty começou então a fazer shows por toda Itália, mas foi com a chegada de Caterina em Dezembro de 94 que ele conquistaria os fãs mais novos, trazendo um ótimo estilo de cantar, tocar e dançar, levando também os mais velhinhos a matarem saudades dos bons tempos de colegiais. As músicas da década de 60 ganhavam roupagem novinha em folha com as baladas dançantes de Andrew, fazendo com que os anos de 95 e 96 fôssem de absoluta glória para o grupo. Mais regravações foram feitas: The Time of my Life reinou absoluto com as novas tendências do Techno; Do You Wanna Dance? com o melhor do Charm, You Got it nos fez reviver 'Roy Orbinson'; Diana era 'tudo de bom', e ainda Stand By Me, que ganhou uma cara mais Garage em um remix de alta qualidade. Andrew Sixty também passou pelo Brasil, onde fez um show em São Paulo e fez uma multidão de fãs! Cá entre nós, seu trabalho foi importantíssimo para que se mantivesse acesa a chama das festinhas escolares, das antigas paqueras, milk shakes e bons filmes em um Drive-In, para que nós caíssemos na real e percebêssemos que essa época nunca havia se acabado! É ...esse cara fazia mesmo música para quem tem Bom Gosto...
Nina
Esta princesa Alemã lançou apenas dois Singles antes de investir na produção de um álbum. Mas nós podemos explicar o motivo pelo qual Nina tomou essa decisão. Nós a conhecemos em 1993 quando um projeto chamado 'Captain Hollywood Project', que começava a dar os seus primeiros passos, gravou More and More produzida por Nosie Katzmann. Esse foi o seu principal cartão de embarque para uma fama que se tornaria cada vez maior, assim que Nina aceitou participar de outros projetos paralelos, tendo a chance de mostrar seus dotes no Single Honesty da galera do Intermission, e também dando uma força para a dupla Jam & Spoon. Mas o que Nina queria mesmo era lançar composições próprias, e foi assim com The Reason is You gravado em Novembro de 1994, som que ficou por vários meses 'batendo' nas pistas e rádios por aqui. Até que em 95 saiu Until All Your Dreams Come True tão forte e melhor quanto sua primeira investida. Tudo isso deu origem à "Dare", seu primeiro disco que já chegou arrebentando tudo, pois além da 'mão mágica' de Katzmann, outros grandes nomes da Euro Dance como Kim Sanders (de "Tell Me That You Want Me"), os produtores Peter Gräber (que trabalhou com Culture Beat) e Doug Laurent (que fez remixes de La Bouche) deram uma força na finalização do disco. Em ótimas companhias, Nina gravou In Her Shoes no início de 1996, com um estilo pouco mais voltado pra balada Pop-Dance, diferente dos dois primeiros; mas ainda em 96 ela voltou às origens e detonou na chiquérrima Can't Stop This Feeling trazendo pianos fantásticos e vocais impositivos, característicos do começo da década. Com um toquezinho 'fast' dos diretores do grupo E-Rotic, a música Wanna Feel So Good saiu em 97, a última canção que Nina gravaria com seus próprios vocais. No ano de 1999, mais alguns Singles foram editados e lançados sob seu nome artístico, mas nota-se claramente que a vocalista já não era mais a mesma pessoa à qual nos acostumamos a ouvir os ótimos releases feitos por essa gatinha Alemã. Infelizmente ficaram só as saudades...
Mystic
Não há mesmo como discutir. O ano de 1995 foi o melhor da década! Mesmo algumas músicas que foram produzidas ainda no final de 94, só viriam a fazer sucesso no Ano-Bom; façamos o seguinte, clique para ouvir esse somzão, e logo em seguida feche os olhos... Qualquer coincidência com os vocais de DJ Bobo é mero engano hein! risos... Vamos para Janeiro de 95, onde encontramos o hit Spirit of Ibiza, que marcou todo esse ano e também o Verão 'caliente' de 96 com beats animais e uma energia fantástica, vale a pena conferir. No ano de 97 eles detonaram o Single Ruffex, que chegou com força total em duas edições de arrepiar. Destaque para a segunda, que trouxe os hits Photonic Style e To da Rhythm, produzidos na Alemanha. Depois do sucesso dessas baladas, o Mystic só voltaria à cena em 2001, com o lançamento de Dangerous Battle e Destiny. Nós do Good Times elegemos a canção mais animal dessa galera: claro, que dúvida!! Fomos até onde tudo começou, e confirmamos que na maioria das vezes a primeira composição é a que tem maior fama e reconhecimento. Então o destaque ficou mesmo para "Spirit of Ibiza".
Whigfield
Ela é de Abril de 1970, Dinamarquesa, fala 5 línguas e ainda esbanja sensualidade em suas formas e vocais. Estamos falando de Whigfield, uma das principais cantoras da Euro Music. Juntamente com Nicki French e Melanie T. (do La Bouche), ela nos fez virar noitadas e mais noitadas em busca de muita diversão, ou ainda de um amor perdido. Seus rifs dançantes contrastam com seu jeito triste e perfeito de cantar, num toque único e mágico que só mesmo Whigfield poderia fazê-lo. O melhor exemplo disso é a delicada e 'down' Close To You. E foi com essa receita que ela chegou ao seu primeiro hit: Saturday Night (1993), produzida e lançada da Espanha para toda a Europa, ficando por vários meses em primeiro lugar nos charts locais. Os rappers do "Black Duck" não deixaram para trás e foram os primeiros a remixar esse som, lançando Wiggle in Line, que preservou o refrão e a batida mas contou com uma pequena reforma nos versos, obviamente tomados por uma cara mais Hip Hop. Massa e forma nas mãos, Whigfield fez mais duas "fornadas" do primeiro sucesso; chegavam ao mercado então as espetaculares: Another Day (Dezembro de 94) e Think of You de Maio de 1995. Ela começava aí a sua fábrica de sucessos, ganhando vários prêmios e trabalhando sempre cada vez mais. Foi assim que as pancadas Gimme Gimme, Sexy Eyes e I Want To Love completaram o que seria o seu primeiro disco. A partir daí uma série de convites para gravações em projetos paralelos começaram a chegar, e Whigfield acertou em cheio outra vez! Com o grupo "Ally and Jo", ela ficaria tão mais conhecida quanto em carreira solo, resultado da belíssima The Lion Sleeps Tonight gravada no final de 95 (som que ainda róla até hoje nas melhores pistas aqui no Brasil). Futuramente a cantora Ann Lee também viria a gravar uma participação em Holding You, segunda música de trabalho do "Ally and Jo". Em 97 vemos a Dinamarquesa mandando ver em No Tears to Cry e como de costume, liderando nas rádios nacionais. Até hoje, essa gatíssima lançou mais três álbuns, alguns remixes e um Megamix show! Entre as mais tocadas estão Be my Babe um cover sem igual do The Sixties, e "Gotta Getcha", sua última porrada. Em 2003 saiu a chamada versão 'Recall' de Saturday Night, totalmente Techno, arrebentando nas pistas de todo o Brasil. Até os dias de hoje esse som ainda apavora em várias Night Clubs. E como nós do Good Times sempre deixamos de mencionar um ou outro sucesso dos cantores para testar a sua boa memória, vamos relembrar uma música que não entrou nesse release feito por nós...Lembrou?? Não?? Então lá vai: Last Christmas, de Dezembro de 1995. Whigfield é show!!
Ace of Base
Não poderíamos deixar de falar sobre a galera do Ace of Base, esse quarteto que veio da Suécia para marcar presença aqui no Good Times. Jenny, Jonas Berggren, Malin Berggren e Ulf Ekberg trouxeram para nós uma mistura pouco famosa na época: Reaggae e Pop Music. Com o lançamento da faixa-título de seu primeiro álbum, Happy Nation em 1993, eles contemplariam um sucesso cada vez mais próximo. Singles como All That She Wants e The Sign eram os mais tocados nas rádios, resultando em cerca de 20 milhões de cópias vendidas desse disco que embalou mais ainda a cena Dance. Por aí ainda viriam Wheel of Fortune e Don't Turn Around (de 1994), que abriram as 'janelas da fortuna' assim como eles mesmos cantavam, trazendo como prêmios vários Discos de Platina em todo o Mundo, e inúmeros primeiros lugares nas paradas da Europa e Estados Unidos. Para agradecer ao público, o Ace of Base deu uma prévia do que seria o mais novo CD chamado "The Bridge", lançando antes a levada deliciosa de Lucky Love em Maio de 1995. Nem precisa dizer que o sucesso foi imediato. Com certeza a maneira sutil e inteligente de se fazer músicas e saber divulgá-las foi essencial na carreira do AOB. Eles atingiram o Brasil em cheio com o lançamento de "The Bridge"; as balas Beautiful Life e Never Gonna Say I'm Sorry fizeram o CD flutuar nos charts nacionais e também na França. De 96 pra cá, o Ace of Base também tem se modernizado assim como todas as outras bandas da época da Euro. Em Outubro de 98 eles passaram pelo Brasil e fizeram um show impressionante, memorável e aberto para mais de 30 mil pessoas em São Paulo. Todas elas cantaram os sucessos do grupo, que ainda hoje continua batendo forte nas pistas por aqui, afinal de contas, agora em 2004 saiu mais um 'recall' espetacular de All That She Wants, totalmente Techno, seguindo os passos de outras bandas que resolveram relançar os Hits mais famosos, como Masterboy, Culture Beat, Dr.Alban e Haddaway. Mas o nosso destaque vai para uma das melhores composições do Ace: a versão Remix de Living in Danger, com seus pianos chiquérrimos e suas batidas hiper definidas, num Balanço de cair a casa!! Essa verdadeira obra-prima saiu em Dezembro de 1994. Sem comentários, apenas junte suas malas e viaje tudo o que tem direito!!
Zhané
Agora quem dá a bola é o Rhythm & Blues! O Good Times fala da cantora Zhané, uma das melhores vocalistas da Black Music que já passaram pelos anos 90 até hoje. Em 1993 ela lançou Hey Mr. DJ, um sucesso Mundial! Tão logo, ela e seus parceiros Jean Norris e Renee Neufville vieram a conhecer a glória. Eles emplacaram ainda Groove Thang e Shame em 1994, You're Sorry Now em 95 e a mágica Request Line de Abril de 1996, que ganhou um Remix mais do que Light, pra relaxar de vez os ânimos e fazer com que você tenha acesso ao clube mais chique do Mundo, o da Charm Music. Zhané ainda lançou o Single Saturday Night em 1997 e até hoje suas músicas gravadas na década de 90 são elogiadas por quem ouve e curte um R&B da melhor qualidade.
Definition of Joy
O Good Times fala agora de mais uma pérola da Dance Music. Na década de 90 encontramos a maravilhosa Stay With Me Forever do grupo Holandês ''Definition of Joy'', que aliás, foi a única música de conhecimento público. Com os vocais de Elisha, em parceria com o rapper King Lover, a música ultrapassou barreiras e arrasou nas rádios e boates por aqui. Lançado em Dezembro de 1994, o Single teve 5 versões remixadas, e foi escrito por três produtores, sendo um do 2 Brothers On The 4th Floor (que também era de formação Holandesa), e que estava em plena ascensão com seus belos Hits. Infelizmente o "pé na fama" durou pouco, pois o projeto não foi adiante, encerrando seus trabalhos apesar do sucesso extremo. Nessa mesma data, cantores como ''Peter Gast'' e ''Samira'' despontavam para a cena Dance no Mundo. Fica aí então o registro de mais esse somzão!!
JK
Quando se fala em JK, logo vem à cabeça os vocais inesquecíveis de Marta Simlat, composições perfeitas e beats alucinantes! Essa loirinha Polonesa começou sua carreira como modelo em Milão, mas logo sua voz conquistou os produtores de toda a Itália, dando origem então ao JK, fundado por Larry Pigagnoli, conhecido por trabalhar com Whigfield. Ele quis apostar no talento de Marta, e fez a banda estourar com a música You Make Me Fell Good lançada em Fevereiro de 1993. Muitos prêmios foram ganhos e muitos 'tops' foram alcançados nas paradas Britânica, Italiana e Francesa com esse hit. Mais tarde chegariam às mãos dos DJ´s mais dois Singles: Beat It e You & I. O primeiro lançado no começo de 94, e o segundo no final, fechando o ano com chave de ouro e um sucesso excepcional! Marta e sua galera viraram o Verão Brasileiro em primeiro lugar nas pistas, e na metade de 95 eles apostaram em My Radio, uma música histórica pra banda, já que todos os seus remixes chegaram a tocar nas rádios Mundiais! Já não havia mais espaço pra tanta qualidade; e foi assim que saiu um Megamix pra matar a pau de uma só vez e ainda contemplar o público que não conhecia ou não teve a oportunidade de comprar os trabalhos anteriores do JK. Foi a melhor época para essa turma que não escondia o desejo de sempre continuar na estrada lançando mais e mais Singles. Seus últimos releases foram Sweet Lady Night e o vídeo de Go On (1997), Deep in the Night (98), e You Got Me Dancing, lançado em 2000, que tem uma batida impressionante e uma energia enorme a cada verso. É realmente de tirar a galera do chão; também pudera, com a produção do 'Mago' "Pocho" Soncini... Atualmente os integrantes do JK estão divulgando seu mais recente Single: Make Me Feel que vem completamente atualizado e com levadas de puro Trance. É! O trabalho deles continua perfeito!!
DJ Bobo
Peter René Baumann, ou DJ BOBO, nasceu na Suíça em 1968, e se tornou um grande produtor, compositor, escritor, cantor e ainda um verdadeiro dançarino. Recebeu vários Discos de Ouro e Platina, além do título de "Melhor Cantor Europeu de 1995". Ele começou como dançarino em 84, passando a DJ e produtor em 90, mas somente em 91 ele chamaria a atenção de todos com Let's Groove On; sua banda começava a tomar forma, e ele investia cada vez mais. Foi quando em 92 o Single Somebody Dance With Me chegou. Um enorme sucesso em todas as Night Clubs do Mundo foi relatado, e, mesmo sendo uma regravação, foi muito bem aceita pelo público, que então conheceu seu primeiro CD: "Dance With Me" em 93, do qual Everybody foi 'amor à primeira audição', conquistando com sua mistura entre Dance e Reaggae. Sua fórmula fácil de fazer a 'Euro Music' rendia rapidamente, com o auge chegando em 1994 com o álbum There's a Party, que nos trouxe as belíssimas Freedom, Love is All Around, Give Yourself a Chance, Everything Has Changed, Let The Dream Come True e I Feel it. Infelizmente algumas das melhores faixas desse disco não chegaram a tocar nas rádios. Mas aqui você confere os trechos das fantásticas There's a Paradise e Too Many Nights. 1995 nos reservou o lançamento de "Just 4 You", mais um disco que chegava embalado no sucesso das últimas composições. Nele, o hit Love is the Price caiu como uma luva nas rádios Mundiais, já que Peter mostrava agora um outro lado de suas produções, as baladas românticas. Depois disso, ele ainda lançou o CD "World In Motion" (que lhe rendeu mais um World Music Awards de melhor cantor), músicas como Shadows of the Night e Radio Ga Ga. Em 1998 veio "Magic", cuja melhor e mais tocada canção desse álbum foi Where is Your Love? e sua batida anos 80 de tirar o fôlego! Logo na cola dessa bala veio Celebration. E assim, até os dias de hoje, DJ BOBO trabalha em novas produções e curte sua ótima fase muito bem evoluída através do tempo, lançando moda e redistribuindo sua Euro Music entre o Techno e os beats mais "cansativos" produzidos por um computador. Mesmo assim ele ainda preserva uma boa parte do seu belo trabalho feito desde quando entrou para o pequeno grupo de artistas consagrados da Dance Music. Seus últimos Singles lançados são What A Feeling, mais uma regravação (dessa vez de Irene Cara), "Hard To Say I'm Sorry (Maio de 2001) e Chihuahua do finalzinho de 2002. É.... de "bobo", esse DJ não tem nada!!
La Bouche
La Bouche, mais uma banda alemã de Dance Music! Com os vocais sensacionais de Melanie Thornton e Lane McCray Jr., eles embalavam rádios e boates no Mundo todo; fosse no Verão ou no Inverno, lá estavam eles trazendo sempre uma boa nova para a enorme legião de fãs. Faziam de tudo um pouco. Desde o R&B de Fallin' in Love até o 'Pure House' de Sweet Dreams que além de ter sido o primeiro Single de trabalho, foi também o que mais incendiou e abriu as portas para o sucesso do grupo. "Sweet Dreams" saiu em 94, varando o ano em primeiro lugar aqui no Brasil. Nesse meio tempo, Melanie T. aceitou uma proposta para gravar um projeto paralelo chamado Le Click. Apenas uma música foi lançada com seu vocal: a maravilhosa "Tonight is the Night", que até chegou a competir nas paradas com um pequeno resquício de "Sweet Dreams". Mas, logo no primeiro trimestre de 1995 saiu mais uma pedrada: Be My Lover repetiu o sucesso do primeiro trabalho e deu origem a um CD bombado, que consagrou ainda I Love to Love, a romântica Do You Still Need Me? um Charm perfeito, e uma bela regravação de Patrice Rushen, chamada Forget Me Nots (vale a pena lembrar que a mesma base da versão feita por Rushen foi usada por Will Smith em 'Men in Black'). O disco contava ainda com uma faixa-bônus de Be My Lover (Remixada) e um som que foi regravado pela banda 'No Mercy', de nome Where Do You Go?. Já em 1997, You Won't Forget Me fez uma volta ao segundo sucesso, "Be My Lover", pois os seus beats, a métrica dos versos e a forma como Melanie cantava, fazia a galera matar saudades do antigo Single; eles eram realmente idênticos. No final de 97 eles lançaram "A Moment of Love", segundo álbum da carreira, que ficou por 2 anos na vitrine. O hit SOS foi o mais executado. Em Fevereiro de 2000 ela deu início à uma outra etapa em sua vida: casar e construir sua própria residência. E assim os planos com o La Bouche começaram a ficar de lado aos poucos, com os laços sendo cortados definitivamente depois que Mel projetou sua carreira solo. Seu primeiro trabalho se chamava Love How You Love Me, e saiu em Outubro. Um segundo Single de nome Heartbeat ainda foi lançado no mês seguinte, mantendo sempre a qualidade impecável de suas composições. E aos poucos, Melanie começava a pisar com pés próprios na vitoriosa calçada da Fama. Seu primeiro álbum independente viria então no mês de Abril de 2001, com o nome de "Ready To Fly". No La Bouche, a vocalista Natascha Wright fazia de tudo para dar continuidade ao grupo, mas as atividades acabaram encerradas depois que Melanie, aos seus 34 anos, foi vítima de um acidente aéreo em Novembro de 2001, nos deixando apenas lembranças de sua voz doce e marcante. Em uma bela homenagem à cantora, sua gravadora lançou no mês de Abril de 2002 na Alemanha, um álbum que traz as principais músicas de sua vida no La Bouche e também em sua carreira solo. Duas músicas inéditas (uma delas chamada In Your Life), e um videoclip da inesquecível "Sweet Dreams" também faziam parte desse CD. Lane McCray sente muito a perda de Melanie, e declarou que "a magia que existia morreu com ela, e não pode mais ser recriada". Lane cuida atualmente de seu mais recente CD solo: "Naked Songs In The Key Of Love".
Theesha
Olha aí mais uma integrante do famoso "Clube do Único Single Lançado", risos ... Apesar disso, é mais uma bala da Dance Music chegando aqui no Good Times! O som Welcome To My Dreams revelou os vocais sensuais e perfeitos de Theesha. Datado de Maio de 1996, traz um estilo diferente de se produzir a Dance Music, com beats mais lineares, constantes, toques de piano de forma sutil, guitarras e ótimos efeitos pra se viajar, numa combinação perfeita entre Pop e Dance. Vale a pena essa indicação! Fique a vontade e pesquise mais sobre essa ótima música.
Anat
E a Dance Music continua rolando solta aqui no Good Times! Partindo de Roma para o Mundo, o grupo Anat ficou conhecido com apenas dois Singles lançados. Com certeza o Verão chegou mais cedo aqui no Brasil, com a vinda de Without You, com belos arranjos, entre órgãos e remixes de arrebentar! O mês era Outubro, e o ano, 1995. Esse som decolou em todas as Night Clubs, competindo de igual para igual com artistas já consagrados da Euro Dance, como Whigfield e sua "Last Christmas", Cassiel com o Balanço de "Day After Day", entre outros que também tentavam seu lugar ao sol, chegando naquela época às paradas Mundiais. A Dance Music continuava seu império, firme e forte! Em 1996, um segundo Single chamado I'll Give You My Heart chegou às lojas, mas não teve uma boa aceitação do público, não cumprindo a função de ser mais requintado e melhor produzido que o primeiro. Ficaria mesmo em nossas memórias, a sensacional "Without You"...
Jam & Spoon
E mais uma banda Alemã merece destaque aqui entre as músicas mais lindas já lançadas na década de 90! Aliás, diga-se de passagem, a Alemanha continua sendo um dos grandes berços da Dance e da Techno Music, sempre revelando artistas de extrema importância para essa cena. Vindos de Frankfurt, Jam & Spoon é uma dupla que leva como título os nomes de seus mentores: Jam El Mar e Mark Spoon, os quais produziram seu primeiro trabalho em 1992, chamado "Tales From A Danceographic Ocean". Nele estava a maravilhosa Stella, um Club Mix que simplesmente apavorava todos os DJ´s que a ouviam! Algumas semanas depois mais uma bela faixa foi lançada, o remix de The Age Of Love, que foi uma das composições da banda que mais venderam cópias na História da Techno Music. Com o sucesso desse Single, Jam e seu companheiro Spoon decidiram gastar grana (risos), e deram um presente ao seleto público Techno: um álbum duplo de nome "Tripomatic Fairytales 2001 & 2002". Detalhe, isso foi em 1993! Os caras já estavam apostando que o som de "Tripomatic" seria eternizado; muito show hein? Poucos meses depois foram lançados os Singles Right In The Night, Find Me e Angel que logo alcançaram ótimas posições nas principais paradas Mundiais nos anos de 94 e 95. Em 1996 os primeiros indícios de que um novo CD estaria por vir, aumentaram com as novidades El Baile (sem pegada nenhuma, apenas para fazer festa mesmo, risos) e Don't Call it Love, que viriam a fazer parte de "Kaleidoscope" (1997), álbum que revelou, além da faixa-título Kaleidoscope Skies, muitas outras ótimas músicas para todos os estilos, com uma impressionante mistura desde Rock/Metais/Techno até o estágio mais 'raiz' do Drumm n' Bass, que a partir dali seria cada vez mais explorado em suas novas canções. Jam & Spoon faziam moda com um estilo perfeito de produção, desde o mais fino 'New Charm' de Suspicious Minds e Flame, à beats sem igual em Kiss Away, ambos ainda do disco "Kaleidoscope", que curtiu sua boa fase, em evidência até 1998. Outra bala que marcou época foi So Called Techno Track. Eles ainda mandaram ver em remixes para Dr.Alban, Enigma, Pet Shop Boys e muitos outros grandes nomes da Dance; e lançaram mais músicas: Storm (98), Return Of Stella (99), The Chase e Time To Burn (2000), e logo acabou saindo mais um belo CD, "Storm Junkie", que trouxe uma regravação do projeto Storm e a bela Be Angeled (Abril de 2001), que ainda hoje é tocada nas rádios americanas. Entre no Drumm n' Bass você também! Um dos seus maiores sucessos é a pedrada Got To Get Out, que também fazia parte do álbum "Kaleidoscope" (música essa que vinha precedida de uma ótima faixa 'Intro' chamada Got To Get In, onde um mix de efeitos e vozes toma conta de seus pensamentos, fazendo com que uma verdadeira viagem através do tempo se inicie). Vale muito a pena conferir esse Double Single.
Le Click
Chegando aqui a galera do Le Click, que em 1994 lançou o Single Tonight is the Night, ponto de partida para o sucesso total. Em Abril de 1996 eles repetiram a dose, e detonaram em Call Me, que ficou bons meses rolando na noitada brasileira. Vale lembrar que "Tonight is the Night" marcou a participação da vocalista do La Bouche, Melanie Thornton, que aceitou o convite dos produtores do Le Click para impôr seus vocais sensacionais nessas duas composições memoráveis! No ano de 97 teve mais: a belíssima Don't Go que dispensa comentários e apresentações, é "ouvir e gamar". Depois de 5 longos anos em silêncio, Kayo Shekoni e o Le Click resolveram voltar com um álbum cheinho de novidades, chamado "In Shock", do qual merecem destaque as músicas A Place in My Heart, Feel So Right e No More Tears. Mas é o primeiro lançamento deles que nos chamou mais atenção até agora. E é esse que merece nosso destaque hoje aqui no Good Times.
Molella
Maurizio Molella começou sua carreira como DJ, e hoje leva o título de um dos melhores produtores e empresários do Mundo! Gala e Outhere Brothers são algumas de suas "crias" que espalharam sucessos pelos cinco continentes. Molella fez remixes para Vasco Rossi e Boy George, e uma de suas maiores fontes de inspiração foi a pancada If You Wanna Party (Then Move Your Body Uh-Uh) lançada em 1996, e como o próprio nome já diz, tira qualquer um do chão. E se o lance era tirar as pessoas do chão, o Mega DJ emplacou a belíssima It's a Real World ainda em 96, música que trazia uma batida impositiva, sinistra e definida, dando sinais de que o Techno estava finalmente chegando para ficar. Outras produções como Genik e Discotek People fizeram Molella flutuar nas paradas em 1998 e 99. O ano de 2000 foi difícil para ele, afinal era cada vez mais difícil manter-se em um mercado tão fechado repentinamente; mas como ótimo produtor que era, ele sabia o segredo para permanecer fazendo moda. Assim ele apostou em um CD bombado chamado "Les Jeux Sont Faits", que revelou para o Mundo a porrada de Love Last Forever que atingiu a primeira posição em todas as paradas mundiais. Com essa bala veio também Whistle's Party, essencial em qualquer CD Player. Em Maio de 2002 chegou às lojas outra piração chamada TVAB, que segue o mesmo estilo de "Love Lasts Forever", que por sinal está tocando até hoje por aqui. Em Novembro saiu mais uma novidade: Magia. Se por um acaso você, ao ouvi-la, lembrar de algumas passagens de "Come Into My Life" da cantora Gala, não se assuste, pois Molella resolveu fazer uma volta aos antigos beats. Com certeza esse foi o som do Verão de 2003 por aqui... O que será que vai rolar em 2004 hein??
Scatman John
Ai meu Deus!! Quem é esse louco gritando esse monte de coisa sem nexo aqui no meu ouvido??? Bom, com certeza você achou muito, mas muito estranho ter que escutar um velhote cantando um monte de sílabas que você nunca imaginou o que seria, não é mesmo? Uma hora era "Ski ba dop ba dop bop", outra hora era "Ding doom doo doom dee ding doo doom"... Mas acredite você, esse monte de coisas nada haver, virou mania Mundial no mês de Setembro de 1994, quando um maluco chamado John "Scatman" Larkin, nascido na Califórnia em 1942, ficou conhecido pelo sucesso de suas audaciosas combinações entre Scatting, Jazz, Pop e Dance, contidas em seus trabalhos feitos na Europa. Seu primeiro Single, Scatman foi gravado e lançado na Alemanha, o que lhe rendeu prêmios e títulos, entre eles o de "Melhor Revelação Internacional do Ano" no Japão. Recebeu também prêmios na Itália, França, Polônia e Hong Kong. Scatman fazia questão de escrever sobre a necessidade de se conviver com a verdade sempre, de se procurar a paz dentro de si mesmo para sanar seus problemas. A veracidade de suas letras, seu amor e trabalho para com a comunidade internacional foram suas metas. Aproximadamente dois milhões e meio de cópias foram vendidas em todo o Mundo. Do primeiro CD, um segundo Single foi lançado: Scatman's World estourou aqui no Brasil em Junho de 1995. E assim, mais músicas desse disco também foram chegando aos poucos: Sing Now, Only You e Quiet Desperation. Destaque para a belíssima Everything Changes, um Charm de dar inveja em qualquer banda. Scatman John ainda lançaria um segundo CD, mas infelizmente ele viria a falecer em 3 de Dezembro de 1999 na Califórnia. Ao longo de sua pequena carreira, ele recebeu 14 Discos de Ouro e 18 de Platina pelos Singles fantásticos que editou. Sua banda tinha como baixista, Steve Brezezicki. No Saxofone e teclados Steve Hamilton. Na Percussão Steve Williams. Paul Dunn era o guitarrista, e Tim Best completava o grupo nos teclados. Outras músicas como Everybody Jam (gravada com alguns vocais de Louis Armstrong), Invisible Man (no mesmo estilo de Scatman's World), e a inigualável Ballad of Love foram as que mais tocaram nas rádios Mundiais. Completavam o álbum: U-Turn e We Got to Learn to Live Together. Mas a música mais fantástica que John fez está nesse segundo CD, lançado em 1996. Ela se chama Message To You, e leva a base de "Streets of Philadelphia" de Bruce Springstein. Pesquise e ouça com muita atenção essa música. Pode ser que você entenda melhor o ideal que John defendeu durante todos esses anos em que levou alegria e amor às pessoas. 'Ski bop bop pa ra bop' pra você John, fique sempre com Deus!!! Com certeza agora os anjos estão pensando a mesma coisa que nós, quando seus primeiros trabalhos foram lançados... John, você é único!!
Taleesa
Taleesa, ou Emanuella Gubinelli, começou sua vitoriosa carreira lançando as músicas Baby Don't Stop e Living 2 Love, que não chegaram a impressionar muito. O sucesso só veio mesmo por causa da Dupla Cozzi e Rossi, mundialmente conhecidos por "Co.Ro", que convidaram a cantora para fazer parte da banda. Os Singles Because The Night e There's Something Going On foram então os primeiros a se destacarem, atingindo o topo de vários charts ao redor do Mundo. Logo depois veio o primeiro álbum da banda em 1993. Já era hora de caminhar sozinha numa possível carreira solo; e assim ela lançou seu primeiro trabalho chamado I Found Love (Singing Hi!), que apavorou os DJ's de toda a Europa. Outras balas também chegariam meses depois, Burnin' up, Fallin' in Love e Let Me Be, todos de 1995. Mostrando toda sua versatilidade com as mudanças que aquela época impunha, Taleesa fez até um Single Country chamado Jambalaya que foi sucesso aqui no Brasil por 4 meses seguidos. Os hits I Wanna Give, You And Me e Kisses Kisses, Bye Bye abriram o ano de 96 trazendo uma forte influência de outras cantoras de grande sucesso naquele momento, como Gala e Simone Jay. Esse novo estilo acabou dando mais gás ainda e reconhecimento em sua carreira meteórica, e então seus produtores resolveram continuar nessa praia, que era um grande desafio para Taleesa. Desse trabalho saiu Internet Love, música de grande energia, recebida com alegria pelos usuários da Internet que adoraram a letra e os beats. De 99 pra cá ela participou de vários projetos, gravando sob pseudônimos como 'Axia' e 'Moonlight'(2000) e 'De La Cruz'(2001). Taleesa traz consigo uma fórmula um tanto quando interessante: ela nunca lançou um CD que não fosse apenas Single, ou seja, um CD completo, com todos os seus sucessos. Ainda falando em pseudônimos, a música de maior reconhecimento em se tratando de projetos que ela participou é A Brighter Day, que levava a assinatura de Stefano Secchi, gravado em 1992. Taleesa vive atualmente em Milão, Itália.
Cartouche
A Dance Music começou a tomar formas mais ousadas em 1993, quando grupos como Eartha Kitt, L.A.Style e Haddaway se lançaram no mercado em busca de qualidade. E eles acabaram conseguindo uma boa briga a cada música que era lançada. Antes deles em meados de 1991, surgia o grupo Belga 'Cartouche', que todos chamavam de 'La' Cartouche. Eles apostavam numa mistura entre a nova Dance Music e as raízes do Flash Dance, e assim lançaram ainda em 91 a sonzeira Do Your Thing, seguida de Feel The Groove, esta sim estourou! Já em 93, a consagração e o Top foram alcançados com Shame, que trazia para o público jovem pequenos sinais de que uma nova tendência estava por vir, acrescentando efeitos em suas batidas metalizadas e sempre ousando na sensualidade dos vocais femininos. O resultado de meses de trabalho já mostrava um possível novo estilo chamado Trance, com o lançamento de mais duas maravilhas: Touch The Sky em 1995 e Running Up That Hill de 96. Créditos para Myrelle Tholen e Jean Paul Visser, que arrasaram nos vocais. Saudades no Good Times!!!
Fun Factory
Abrimos espaço agora para uma mistura muito doida, que dominou boa parte do Mundo, e que combinava Dance Music, Rap, Reaggae e Techno! É o som de Fun Factory, que espalhou sucessos pela Alemanha, Canadá, Finlândia, França, Polônia entre outros cantinhos assim como nós brasileiros tivemos o prazer de conhecer esses beats. Singles como I Wanna Be With You, Close To You, Celebration, Love Of My Life e a *corrida contra o tempo* traduzida em sonhos, com Dreaming foram lançados ao longo dessa carreira que conquistou muita gente e que deixa sempre muitas saudades quando ouvimos esses Flash Backs.
Marie-Anett é a responsável pelos Backing Vocals de Rod D. (The Rapper) e pelos diversos refrões de peso já cantados por essa galera. Os dançarinos Smooth T. e Steve completam o quarteto. O único comentário que as pessoas faziam sobre os trabalhos era "It´s really fantastic!!". E esse foi o nome escolhido para lançar o álbum "Fun-tastic", que trazia as músicas Doo Wah Diddy, Oh Yeah Yeah! e Be Good To Me. Em 1997, Smooth T. resolveu deixar a banda, mas mesmo assim os outros continuaram trabalhando para tentar esconder uma possível crise, e lançaram Party With Fun Factory no final de Julho. Ainda em 97, Rod D. também começou a se dedicar à algumas participações em outras bandas, entre elas Backstreet Boys (Rod gravou Get Down com eles), e isso foi um dos fatores pelo qual essa "fábrica" seria "vendida" a integrantes novos. Ela ainda continua ativa, mas toda reformulada, afinal todos os outros deixaram a banda. A vez então ficou para os garotos T-Roc e Al, e a gatinha Annett, que deram continuidade à missão de divertir as pessoas, lançando mais um álbum de nome "Next Generation" em 1999 no Japão. No mesmo ano fariam sucesso os últimos Singles gravados nas "novas vozes", são eles House of Love e Sha-la-la-la-la. Nós destacamos a música Take Your Chance, uma das mais belas Dance Musics já feitas pela formação antiga, em Novembro de 1994. Aqui no Good Times, "The Fun Is On The Air, Always And Everywhere!".
Barbara Becker
Falamos agora de um belo 'Charm' de nome Hey DJ Don't Be Afraid, da cantora Barbara Becker. Esse som começou a rolar primeiro no Rio de Janeiro, capital da Black Music e do Freestyle no Brasil. O mês era Maio, e o ano 1996. Um outro forte estilo chamado 'Melody' também era marcante no mercado, e juntava-se aos acima citados, deixando a Black Music cada vez melhor! Mais um Single que está entre os mais chiques já lançados até hoje. Vale a pena pesquisar e curtir essa indicação!!
Debbie Gibson
Abrimos espaço pra falar mais um pouco dos 'Anos 80' aqui no Good Times, uma Década marcada pela ascensão do Pop Rock. Nela temos a voz marota e sensual de Debbie Gibson, que não só cantava mas também escrevia e produzia suas músicas. Ela começou ao longo dos seus 12 anos, mas foi só em 1987 que conseguiu um contrato com uma gravadora para que "Out Of The Blue" fosse lançado. Com a sua assinatura praticamente em todas as composições, Gibson detonou hits como Only in my Dreams e um 'Balanço' fora de série chamado Shake Your Love, marcando o evidente Pop Dance; as mesmas conquistaram rapidamente um lugarzinho nos Top Fives Mundiais. Mas o grande trunfo de Debbie seria mesmo as baladas românticas Foolish Beat e Lost In Your Eyes, que foram temas de novela aqui no Brasil. Ao todo 5 milhões de cópias de seu primeiro CD foram vendidas, fazendo de Gibson uma das cantoras mais conhecidas dos Anos 90, juntamente com Whitney Houston e Mariah Carey. Antes da virada da Década ela emplacou o seu segundo álbum: Electric Youth, levando pra casa um disco triplo de Platina (que chato, não?). Nele, uma mistura bacana entre o dinamismo da energia jovem e o som da Dance Music. Virando 1990 vemos Debbie já divulgando seu terceiro disco, Anything is Possible, também faixa-título assim como "Electric Youth", que facilmente figurou entre os 30 mais bem vendidos na Europa. Outros CD's lançados por ela: "Body In Soul" (1993), "Think With Your Heart" (1995), "Greatest Hits" (1996), "Deborah" (1997) e "M.Y.O.B." (2001). Debbie também ficou conhecida por atuar em várias peças teatrais, entre elas o Musical "Les Miserables".
Fourteen 14
Vamos puxar pela memória! Era um belo mês de Julho - 1995, o Inverno de Campos do Jordão estava mais quente do que nunca, numa temporada de arrepiar a Euro Dance aqui no Brasil. Foi assim que Campos revelou a todos nós o talento desse grupo que não economizava em sua formação de estrelas. Fourteen Fourteen era uma verdadeira máquina Italiana de fazer sucessos, formado por estrelas que deitavam e rolavam, fazendo da banda mais do que um projeto. Primeiro foi Alexia, que gravou Don't Leave Me em Novembro de 1994, fazendo explodir uma parceria que ainda passaria pelo Single Goodbye em 1995. Depois, a maravilhosa vocalista Due, que emplacou sem dó uma versão remix fantástica de Under The Same Sun, sucesso da galera do Scorpions. E mais músicas vieram: Everytime We Touch (96), Another Crack in My Heart (97), If You Leave Me Now (98) e o último Single de trabalho chamado Down Down Down (de 2000). Sem dúvidas, escolhemos a que mais marcou: "Goodbye".
Colour
Não podíamos deixar passar mais esse somzão também. A banda se chama 'Colour', e o único Hit lançado por ela foi em Julho de 1995, de nome The Heat Of The Night, que simplesmente tocou muito em todas as rádios e baladas nacionais. Se você não se lembra dessa música, consulte maiores informações e ouça essa bala da Euromusic. Com certeza um Dance bem comercial, mas com muitos méritos para o charme e a enorme sensualidade da vocalista.
Soft Cell
Final de Blog é igual a final de festa, sempre róla um Rock, um Pop antigo, algo menos comercial, mas que fez muito sucesso nas Décadas anteriores. E atendendo a pedidos, aqui está uma matéria muito legal com a banda Soft Cell. Viajando por 1981, encontramos a música Torch sendo lançada pela dupla Britânica Marc Almond e Dave Ball. Marc escrevia e cantava, Dave detonava na produção, em bases que foram importantíssimas para o crescimento da banda. Torch e Tainted Love são os hits mais memoráveis da carreira do Soft Cell, isso tudo quando eles ainda começavam a dar seus primeiros passos. Outros Singles como Bedsitter, Numbers e Say Hello Wave Goodbye também são de 1981. O primeiro disco que chegou às lojas foi "Memorabilia", que vendeu cerca de 10 milhões de cópias e marcou uma nova fase no Pop dos anos 80. Com as portas da fama abertas para o Mundo, o Soft Cell começou a produzir composições cada vez mais modernas, e logo mais em 82 e 83, "The Mambas" vieram em formato duplo, gravados com a presença de uma orquestra, rendendo vários primeiros lugares nas paradas internacionais. "Untitled" e "Torment and Toreros" foram os últimos antes de Marc seguir trabalho solo. Diversos álbums e vídeos foram lançados, sempre surpreendendo pelos novos rumos definidos em suas letras, e também pela ótima aceitação que se consolidava. Seus principais 'debuts' foram Saints of the Underworld, Vermin in Ermine, Stories of Johnny e Mother First. Nelas, temas como reflexão, amor, saudades e nostalgia ficariam cada vez mais evidentes nas composições de Marc, diga-se de passagem, o público adorou! Várias músicas de sua carreira solo foram aclamadas como sendo as melhores da Década de 80. O restante da mesma foi completado com várias coletâneas "The Singles", além de pequenas novidades por parte do Soft Cell quando banda. Chegando em 1991, vemos Marc se adaptando da forma como pode para acelerar os beats de suas produções, afinal a Dance Music já estava construindo seu vasto Império. Nova Década, novos álbuns! Começando com "Enchanted", composto por A Lover Spurned, Jacky, My Hand Over My Heart e The Days of Pearly Spencer. Durante os anos 90, seus trabalhos serviram de inspiração para que outras novas bandas se afirmassem no mercado, como Pet Shop Boys e Garbage. Em Março de 99 saiu Open All Night, um release de dar água na boca, com os rifs chocantes da balada Black Kiss, e a levada Jazz de When Bad People Kiss, que mostraram que Marc continuava ativo e 'muito bem obrigado' nas paradas. Ele atacava agora de R&B e Trip-Hop, mistura essa que foi muito proveitosa nos CDs seguintes, fazendo do cantor e produtor um talento único. Como reconhecimento, uma Antologia e uma Auto-Biografia vieram à tona com uma série de poemas e textos dos mais variados. Virando 2000, ele se pôs a divulgar pela Europa e Estados Unidos o disco "Open All Night", numa agenda não muito corrida. Mas se esse ano não foi tão produtivo assim, 2001 exigiu o dobro de esforço para que ele gravasse e lançasse o CD "Stranger Things", numa linguagem totalmente reformulada, formada pela mistura sofisticada de Electronic e Organic Music. São desse 'debut' as músicas Under Your Wing, Lights e End in Tears. Uma breve volta aos palcos como Soft Cell, trouxe aos fãs a certeza de que assim como Morrissey, Colin Hay, Sting ou Mark Knophler, que seguiram um projeto paralelo, a chama da saudade sempre estará acesa e guardada em lugar muito especial tanto no coração como na mente de cada pessoa que teve a oportunidade de assistir a um show ao vivo desses caras quando ainda com suas bandas. Foi o que Marc fez, reviveu o Soft Cell em um belo Concerto para comemorar mais um aniversário, onde tocou e cantou todas as suas glórias. Resultado? Mais uma coletânea chegou às lojas em 2002. Atualmente o líder do Soft trabalha com produtores de Trance Music, planejando qual será sua próxima investida. Vamos aguardar! Se você curtiu saber um pouco mais sobre essa que é uma das mais cantadas e tocadas bandas do Mundo, deixe seu comentário em nossos links!! Dê sua sugestão também, peça sua matéria!!
MC Jack & Sister J.
A dupla MC Jack & Sister J. lançou apenas esse trabalho, com a autoria e produção dos mesmos no ano de 1992. A música se chamava Moving Up And Down, e foi classificada como Dance, mas tem fortes influências da pura Flash House Music vinda dos anos de 90 e 91, quando esse estilo tomou conta de pelo menos 75% dos discos lançados por grupos como "Olympia", "Snap" e "Culture Beat". Esse Single foi produzido no final de 1990, mas só dois anos depois ele seria aclamado pelos Housemaníacos, sendo parte integrante do CD "Super Club Groovin" lançado no Exterior, disco esse que trazia as baladas da época. Em tempo, ainda chegou em boa hora aqui no Brasil, graças a grandes nomes como Iraí Campos e Sílvio Calmon, DJ´s que caprichavam suas viradas em programas como "Ritmo Da Noite" da rádio Jovem Pan FM de São Paulo. É essa bala que nós fomos buscar lá no fundo do nosso Baú para que você pesquise e curta segundo por segundo! Vale a pena, e muito, conferir!
Black Rose
E tem mais música boa chegando diretamente da Itália! Quem merece destaque agora é o Black Rose, que levou a galera ao delírio aqui no Brasil com o primeiro Single chamado Melody em Dezembro de 1994. A produção foi feita na Itália mesmo, e ficou por conta de Theo Spagna e Davide Marsilio. Durante todo o Verão Brasileiro de 95 ela foi cantada e tocada nas principais pistas e rádios; para dar continuidade ao ótimo trabalho, em Abril chegou ao mercado a sensacional If I Could Only Be With You, diga-se de passagem mais forte e tão boa quanto a primeira. O Dance característico continuou batendo forte em meio a um saxofone perfeito criando um clima de festa geral nessa música, que chegou a fazer parte de algumas coletâneas por aqui mas acabou mesmo ficando mais nas pistas. Em 96 eles diminuíram as BPM's e lançaram Born To Be Loved deixando evidente o estilo chique de fazer músicas; esta mais voltada para o 'Balanço' típico de uma Billy Ray Martin. 1997 nos trouxe People On The Move com beats mais ligeiros que o Single anterior. Mais uma vez eles dominaram a cena Dance no Brasil, com aceitação geral da galera. Nessa época, hits como "Summer of Love" (Ondina) estavam cada vez mais em evidência, tendo em vista uma modernização da Dance Music, já com fortes influências do Techno. Há ainda mais um trabalho que o Black Rose produziu, mas que infelizmente não chegou a ser lançado. Chama-se Magic Kind of Love, composta em 99. Nós indicamos pra você a música If I Could Only Be With You.
Que tal se você tivesse todas as músicas que mais marcaram as Décadas de 80 e 90, em CD's animais ? E mais!! Você já imaginou se pudesse ter vinhetas, sets mixados e aberturas produzidas em seu Blog ou Site??? Legal não é? Então, não perca tempo!! Compre já os Singles que você deseja, atuais ou antigos. Faça suas vinhetas e aberturas com a gente, mandando um e-mailAQUI !!!
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